As "crianças de ninguém", protagonistas destas páginas, são chamadas por muitos inadaptadas, psicopatas, viciadas, marginalizadas, delinquentes, subprodutos do desenvolvimento ... Para que a análise supere a simples caricatura, deverse-ia perguntar: "marginalizadas" em relação a que? As páginas deste livro foram escritas com afã realista e paixão indissimulada, buscando compreender e encontrar caminhos para evitar o abandono de nossas crianças.