Em 'O Elogio ao Ócio', Bertrand Russell nos delicia com suas brilhantes intuições, flagrantes provocações e antecipações geniais. Ele optou pela veia irônica ao abordar o ócio, no passado um privilégio de poucos que era garantido com a fadiga brutal de uma massa desesperada de proletários. No mundo moderno, o ócio de muitos pode ser assegurado graças à contribuição cada vez mais inteligente das máquinas. Russell deposita suas esperanças no desenvolvimento tecnológico e propõe uma jornada de trabalho de quatro horas para que todos possam ter acesso também ao estudo e à diversão, fazendo destas atividades uma síntese inovadora e fecunda.
O Elogio do Lazer -
Bertrand Russell
Companhia Editora Nacional
1957
216 páginas
7h 12m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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