Caça ao Dragão -

    Jackie Pullinger e Andrew Quicke

    Betânia
    1982
    203 páginas
    6h 46m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    O amor levou uma jovem bonita e ingênua è temida cidade murada. Antro de crime e vício no coração de Hong Kong. No coração de Hong Kong, encontra-se a temida Cidade murada, verdadeiro inferno de tráfico de drogas e de jogatina ilegal. Os forasteiros não são bem recebidos ali. A própria polícia tem receio de se aventurar naqueles domínios. Ali florescem a prostituição, a pornografia e o vício da heroína. E nessa área pequena e apertada vivem amontoadas pelo menos trinta mil pessoas - talvez o dobro. Quando Jackie Paullinger saiu da Inglaterra, não tinha a menor idéia de que Deus a estava levando para trabalhar justamente na Cidade Murada. Mas, quando começou a falar de Jesus ali, rudes quadrilheiros se converteram, prostitutas largaram o ofício… e Jackie tropeçou na descoberta de um novo método de tratamento para a dependência das drogas. Caça ao Dragão é um relato honesto, desafiante e inspirador, que revela a fibra, o amor e a dedicação de uma jovem disposta a tudo para servir a Deus.

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    Jaaziel Mayer25/05/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O Melhor do Ano Até Agora!!(2023)

    Sem palavras para descrever. Talvez PERFEITO se aproxime do que gostaria de expressar. O livro é de fácil leitura, nem se vê páginas e capítulos passando. Autobiografia* dos primeiros quatorze anos de trabalho missionário da inglesa Jackie Pullinger, missionária em Hong Kong, aonde é narrada uma incrível história de alguém que realmente vive para imitar a Cristo. Não se trata de mérito literário, mas de edificação espiritual, e isso é o que não falta neste pequeno livro. É um daqueles raros livros que desejamos que seja infinito e nunca acabe!! * Pullinger nunca planejou escrever um livro sobre si mesma, não tinha tempo pra jogar fora com algo tão banal, mas com o assédio editorial, percebeu que um livro sobre sua vida seria escrito quer quisesse quer não, e então decidiu participar do processo de escrita para evitar que a história fosse contada de maneira errada e ela acabasse sendo mostrada como uma heroína cristã por algum autor que vê a obra missionária de maneira romântica, o que está bem longe da realidade, afirma Pullinger.

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