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    Inherent Vice -

    Thomas Pynchon

    Penguin Books
    2009
    416 páginas
    13h 52m
    ISBN-10: 1594202249
    3.7
    15 avaliações
    Leram28Lendo3Querem26Relendo0Abandonos2Resenhas3
    Favoritos0Desejados26Avaliaram15

    It’s been awhile since Doc Sportello has seen his ex-girlfriend. Suddenly out of nowhere she shows up with a story about a plot to kidnap a billionaire land developer whom she just happens to be in love with. Easy for her to say. It’s the tail end of the psychedelic sixties in L.A., and Doc knows that 'love' is another of those words going around at the moment, like 'trip' or 'groovy,' except that this one usually leads to trouble. Despite which he soon finds himself drawn into a bizarre tangle of motives and passions whose cast of characters includes surfers, hustlers, dopers and rockers, a murderous loan shark, a tenor sax player working undercover, an ex-con with a swastika tattoo and a fondness for Ethel Merman, and a mysterious entity known as the Golden Fang, which may only be a tax dodge set up by some dentists. In this lively yarn, Thomas Pynchon, working in an unaccustomed genre, provides a classic illustration of the principle that if you can remember the sixties, you weren’t there.

    Resenhas (3)Ver mais
    @psi.adriana.scarpin picture
    @psi.adriana.scarpin13/12/2014Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O lance é que esse livro é uma mistura de irmãos Coen com Raymond Chandler, é como se o Jeffrey Lebowski se tornasse protagonista do The Long Goodbye no lugar do Marlowe, não há como negar que o livro é divertidíssimo e o Pynchon tem um olhar privilegiado para a cultura pop (tem explanações alí que apenas um cinéfilo voraz conseguiria fazer). É meu primeiro Pynchon e não me impressionou, mas de fato é um bom livro.

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    Avaliações

    3.7 / 15
    • 5 estrelas40%
    • 4 estrelas20%
    • 3 estrelas20%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas7%
    Thomas Ruggles Pynchon, Jr. profile picture

    Thomas Ruggles Pynchon, Jr.

    Escritor norte-americano, tido como dos mais originais de seu tempo. Famoso por criar livros longos e complexos - às vezes com centenas de personagens e dezenas de histórias paralelas -, ele é um dos principais expoentes do romance pós-moderno, juntamente com William Gaddis, John Barth, Donald Barthelme, Don Delillo e Paul Auster. Ganhador do National Book Awards, seu nome é constantemente citado como concorrente ao Nobel de Literatura. Em 1988, foi premiado pela Fundação MacArthur. O crítico literário Harold Bloom nomeou Pynchon um dos quatro romancistas anglófonos "canonizáveis" de seu tempo - ao lado de Don DeLillo, Philip Roth e Cormac McCarthy. Sua ficção abrange diversos campos, como física, matemática, química, filosofia, parapsicologia, história, mitologia, ocultismo, música pop, quadrinhos, cinema, drogas e psicologia, unindo-os de maneira picaresca, humorística, absurda, poética e sombria. A preocupação central da obra de Pynchon é explorar a acumulação e a inter-relação entre estes diferentes conhecimentos, que resultariam em uma realidade entrópica tangível apenas pela paranóia. Ele também é conhecido pela reclusão em que vive, o que gerou diversos rumores sobre sua real identidade. Nunca concedeu entrevistas e as únicas fotos conhecidas dele datam de sua juventude.

    34 Livros
    106 Seguidores
    Nova Iorque, EUA

    Thomas Ruggles Pynchon, Jr.