Numa sociedade politicamente correta e liberada de todos os seus preceitos, parece um tanto ingênuo falar do amor e da amizade na literatura clássica. O que autores como Platão, Rousseau, Stendhal, Jane Austen, Flaubert, Tolstoi e Shakespeare ainda podem contribuir ou resgatar a natureza humana, a sua vontade, o seu raciocínio, a sua imaginação? O grande mérito do filósofo e acadêmico Allan Bloom é mostrar que os grandes escritores, principalmente os chamados romancistas do amor do qual Shakespeare é inegavelmente o maior representante, sao capazes de ensinar mais verdades a respeito dos siginificados dos nossos desejos do que os estudiosos ou cientistas. Texto extraído do portal Estante Virtual.
