Bruiser é um livro do aclamado autor Neal Shusterman, um dos meus autores preferidos.
A sinopse de Bruiser não revela muita coisa, exceto semelhança com um drama adolescente...
O livro começa com Tennyson descobrindo que sua irmã gêmea Brontë está saindo com um cara muito misterioso chamado Brewster, que por ser muito isolado e incompreendido foi apelidado de Bruiser (Brutamontes, valentão) por todo o colégio.
Só que a medida que Tennyson fica bravo e obcecado por descobrir os segredos de Bruiser (já que Brontë alega que ele é uma pessoa diferente do que dizem ele ser - e não, Tennyson não está interessado em conhecer Bruiser por boas intenções, mas sim para ferrar com ele) - ele é relutantemente atraído por Brewster após ver suas costas cheias de machucados no vestiário - ele descobre que Bruiser não é mesmo o que ele esperava que fosse - ele é um garoto que cuida do seu irmãozinho Cody de oito anos - após a mãe dele ter morrido e os dois terem que morar com um tio bêbado.
Inevitavelmente, Bruiser e Tennyson acabam se tornando amigos.
Enquanto os gêmeos se mantem próximos de Bruiser, coisas estranhas acontecem! Ferimentos somem, e outros aparecem no lugar de Brewster...
Os dons dele simplesmente não tem explicação, e enquanto os gêmeos procuram entender isso, eles só ficam mais preocupados quando por exemplo um joelho torcido é curado, e o namorado dela começa a mancar.
Bruiser é um livro incrível, um dos mais legais e mais bem escritos do Neal Shusterman que eu li até hoje.
O autor conta uma história estilo Nicholas Sparks com uma dose de fantasia só para dar um toque mais marcante nessa história de lição de vida.
O clima de Bruiser me lembrou de alguns livros do Stephen King, suspense com ar de terror em certas partes.
Tenho que elogiar também a linda capa e linda diagramação da editora americana.