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    Vinte Anos Depois - Parte 3

    Alexandre Dumas

    Saraiva
    1963
    257 páginas
    8h 34m
    Português Brasileiro
    4.3
    13 avaliações
    Leram19Lendo1Querem27Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos2Desejados27Avaliaram13

    Vinte Anos Depois é a sequência que Alexandre Dumas dá, a partir de 1845, ao romance histórico "Os Três Mosqueteiros. A este volume segue-se ainda "O Visconde de Bragelonne", que fecha a "Trilogia dos Mosqueteiros". Foi lançado como folhetim de Janeiro a Agosto de 1845. O carater dos principais personagens é melhor desenvolvido neste que no primeiro volume da série. Novos personagens fazem sua aparição, como Raul, o Visconde de Bragelone, filho do mosqueteiro Athos, ou Mordaunt, filho de Milady de Winter, buscando vingança pela morte de sua mãe.

    Resenhas (1)Ver mais
    Leandro Sartor picture
    Leandro Sartor25/05/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Chego ao fim desta Historia, 20 anos depois, vemos os quatros amigos Athos, Aramis, Porthos e D'Artagnan novamente, separados por uma causa e unidos por outra. 20 anos depois conta o reencontro entre esses quatros amigos, primeiramente dividindo eles para uni-los no final. Nessa historia Dumas usa como base a guerra civil que paris encontra-se, dividida entre frondistas e mazarinos, nesse processo os amigos se vem separados. D'Artagnan, como tenente dos mosqueteiros age seguindo ondens do Cardeal Mazarino, junto de Porthos, do outro lado temos Athos e Aramis defendendo as causas da Fronda. Outro momento da narrativa Athos, consegue unir os quatros amigos em uma ideia de salvar o rei Carlos I da mãos do Cromwell. Partindo para Inglaterra eles envolvem-se nas tramas politicas ao qual a Inglaterra passa ao mesmo tempo que são perseguidos po um passado que busca vingança. 20 anos depois é uma bela obra de Dumas, focando novamente nas tramas politicas da França e um pouco da Europa também, e por fim apresenta um pouco mais dos quatros heróis, suas virtudes a fraquezas, algo que ele faz bem com todos outros personagens históricos presente no livro. Uma obra onde alguns atos ditos nobres são cheios de Interesses.

    4 curtidas

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    Avaliações

    4.3 / 13
    • 5 estrelas46%
    • 4 estrelas46%
    • 3 estrelas8%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

    238 Livros
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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie