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    Jorge Luis Borges - Sete Conversas com Fernando Sorrentino

    Jorge Luis Borges

    Azougue Editorial
    2009
    222 páginas
    7h 24m
    ISBN-13: 9788579200168
    Português Brasileiro
    4.2
    8 avaliações
    Leram7Lendo1Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados1Avaliaram8

    Esse livro reúne sete conversas realizadas em 1972 entre Jorge Luis Borges, um dos maiores escritores do século XX, e Fernando Sorrentino, então um jovem escritor argentino. nele, Borges discorre sobre sua vida e a relação com a cultura argentina, o tango e as ruas de Buenos Aires com o mesmo tom íntimo e descontraído que fala sobre a literatura argentina e mundial. Um livro delicioso e fundamental. Um livro da coleção "Encontros".

    Resenhas (1)Ver mais
    Tito Silveira picture
    Tito Silveira17/07/2010Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Uma visita guiada pelo peculiar labirinto pessoal de um mito.

    4 curtidas

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    Avaliações

    4.2 / 8
    • 5 estrelas38%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas13%
    • 2 estrelas0%
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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo profile picture

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo

    Mais conhecido como Jorge Luis Borges, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico e ensaísta argentino. Em 1914 sua família se mudou para Suíça, onde ele estudou e viajou para a Espanha. Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios em revistas literárias surrealistas. Também trabalhou como bibliotecário e professor universitário público. Em 1955 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da República Argentina e professor de literatura na Universidade de Buenos Aires. Em 1961, destacou-se no cenário internacional quando recebeu o primeiro prêmio international de editores, o Prêmio Formentor. Seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente no Estados Unidos e Europa. Borges era fluente em várias línguas. Morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. Sua obra abrange o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião, Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas de seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. Sua fama internacional foi consolidada na década de 1960, ajudado pelo "boom latino-americano" e o sucesso de Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. O escritor e ensaísta John Maxwell Coetzee disse sobre ele: "Ele, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos".

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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo