Eat, Pray, Love - One woman's search for everything across Italy, India and Indonesia

    Elizabeth Gilbert

    Penguin
    2010
    445 páginas
    14h 50m
    ISBN-10: 0143118439

    In this memoir, Elizabeth Gilbert tells how she made the difficult choice to leave behind all the trappings of modern American success (marriage, house in the country, career) and find, instead, what she truly wanted from life. Setting out for a year to study three different aspects of her nature amid three different cultures, Gilbert explored the art of pleasure in Italy and the art of devotion in India, and then a balance between the two on the Indonesian island of Bali.

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    Nathaly Brenner09/05/2010Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Eu recebi um exemplar desse livro na versão em inglês lançada pela Penguim Books diretamente das mãos da minha professora de inglês, a Renata, que tinha falado muito bem da história. Demorei mais tempo para ler porque apesar de entender a maior parte das frases, é um processo diferente no cérebro – olha eu dando uma de cientista – ler em outra língua que não seja a sua nativa. Nada disso foi empecilho durante minha jornada com Elizabeth Gilbert. O livro conta a história da própria autora, que depois de passar por um divórcio e uma pesada depressão, decide viajar em busca do prazer – na Itália, com aquela gastronomia de causar água na boca, de devoção – meditando em um retiro na Índia e do equilíbrio entre os dois – passando um tempo em Bali, na Indonésia. A narrativa em primeira pessoa é cheia de sinceridade, explicações do contexto ou curiosidades sobre cada local ou situação que a autora passou dá um toque muito divertido. Durante a leitura, me peguei muitas vezes com vontade de parar para anotar uma frase ou parágrafo, de tão bem escritos e pelas mensagens que traziam. A jornada de Elizabeth não é apenas uma busca por paz, pelo retorno aos eixos depois de um período de crise, é uma lição de que aquilo que pode parecer um grande clichê é a mais pura verdade: primeiro a gente tem que se aceitar, gostar de nós como somos e conviver com nossos erros e acertos com tranqüilidade, antes de querer se aventurar aceitando, gostando e convivendo com outras pessoas. Mais resenhas em: http://diversaosemculpa.blogspot.com

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