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    Aristóteles e o Lógos - Contos da fenomenologia comum

    Barbara Cassin

    Edições Loyola
    1999
    244 páginas
    8h 8m
    ISBN-10: 8515018314
    Português Brasileiro
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    O que emerge ainda hoje da filosofia de Aristóteles em face das questões que enfrentamos? Aristóteles é o paradigma do fenomenologicamente correto. E correto não apenas na facilidade ontológica de dizer o mundo tal qual ele é: fenomenologia em que as coisas, as afecções da alma e os sons da voz coincidem naturalmente. Correto também, praticamente, porque os seres humanos que ele nos descreve vivem num mundo comum, poética e politicamente apresentável. Diante disso, Bárbara Cassin interroga essa bela imagem a partir das inconsistências e dos hiatos que Aristóteles, por muito honesto, não busca esconder. Dizer o mundo? Mas e o salto entre o que sentimos e o que dizemos, entre a lógica da sensação e a da sentença? Falar em homem? Mas e os homens, os sofistas, os escravos, as mulheres? Isso não vai dar certo. Ao tomar o logos como o fio condutor, vê-se Aristóteles a trabalhar, ao mesmo tempo, com e contra os saltos e as passagens que a língua grega autoriza, língua que desde sempre se classificou rapidamente como fenomenológica. E desse modo Aristóteles se permite deixar contar menos pelos contos da fenomenologia ordinária.

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    Barbara Cassin

    Barbara Cassin (Boulogne-Billancourt, 24 de outubro de 1947-)é uma filóloga e filósofa francesa. Diretora de pesquisa do CNRS, sucedeu, em 2006, a Jonatha Barnes à frente do Centro León-Robin. Seu trabalho centra-se no Sofismo e na retórica, bem como suas relações com a filosofia. Seu trabalho é visto como uma síntese entre a herança heideggeriana e a "virada lingüística".

    18 Livros
    4 Seguidores
    Hauts-de-Seine, França

    Barbara Cassin