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    Poetas Franceses do Século XIX (Poesia de Todos os Tempos) -

    José Lino Grünewald

    Nova Fronteira
    1991
    204 páginas
    6h 48m
    ISBN-10: 8520903495
    Português Brasileiro
    4.4
    5 avaliações
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    Seleção de poemas dos maiores poetas franceses do século XIX em francês e português.

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    @psi.adriana.scarpin picture
    @psi.adriana.scarpin03/07/2014Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Bela seleção de poemas, é um tanto raso para se conhecer os autores com propriedade, mas sem dúvida é um ótimo livro para ter como companhia numa viagem, sem falar que ajuda na prática do francês já que esta é uma edição bilingue como todos os livros de poesia deveriam ser.

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    José Lino Grünewald profile picture

    José Lino Grünewald

    Foi um poeta, tradutor, ensaísta e crítico de cinema carioca. Forma-se em direito na Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, em 1953. Não segue a advocacia, mas trabalha como procurador da Superintendência Nacional da Marinha Mercante. Na segunda metade da década de 1950, integra o movimento de poesia concreta iniciado em 1952 com a publicação da revista Noigandres. E passa a colaborar no Jornal do Brasil, em 1956, escrevendo para o Suplemento Dominical na página Poesia-Experiência, criado pelo crítico Mario Faustino (1930 - 1962), os seus primeiros poemas, além de artigos sobre cinema e literatura. Dois anos depois lança seu primeiro livro, Um e Dois, um conjunto de poemas concretos. A partir de 1960, junto com os poetas da Noigandres, ocupa a página semanal Invenção, do jornal Correio Paulistano, com poemas concretos e traduções de poetas estrangeiros que os influenciam, como o norte-americano Ezra Pound (1885 - 1972). Em 1962, torna-se editor político do jornal Correio da Manhã e tem seus poemas publicados no quinto e último número da revista Noigandres. Nesse ano, o grupo lança a revista Invenção, desdobramento da página publicada no Correio Paulistano nos anos anteriores. Grünewald segue escrevendo sobre cinema, arte e música popular, da qual se mostra grande conhecedor, em jornais como O Globo, Última Hora, Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo e no próprio Correio da Manhã, em que permanece até 1970. Nessa seleção é possível perceber a influência que autores como os críticos de arte Walter Benjamin (1892 - 1940), Suzanne Langer (1895 - 1985) e o filósofo Maurice Merleau-Ponty (1908 - 1961) exercem na formação de sua crítica cinematográfica, embasada por conceitos filosóficos. No início da década de 1980, desiludido com o que se produz no cinema mundial, dedica-se à publicação de antologias de poesia brasileira, francesa e inglesa como Igitur, do francês Stéphane Mallarmé (1842 - 1898), de 1984, e Os Cantos, de Ezra Pound, de 1986, que lhe rende o Prêmio Jabuti de tradução em 1987, ano em que reúne seus poemas, escritos de 1956 a 1985, na obra Escreviver. Morre no Rio de Janeiro, em 2000.

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    Rio de Janeiro, Brasil

    José Lino Grünewald