Goethe, Hesse, Nietzsche, Rilke, Schiller...
O cimo deste calhamaço foi Elegias de Rilke traduzidas por Vinícius de Moraes. (pág. 333) "(...) estranho ver tudo o que foi laço, no espaço flutuar desfeito. Coisa difícil é estar morto e cheio de ressurreições... Mas os vivos cometem o erro de tudo distinguir. Os anjos ignoram se caminham entre os vivos ou os mortos (...) Os anjos são terríveis! Um passo em nossa direção e nosso próprio coração nos mataria por seus batimentos violentos. Quem sois vós? Cordilheiras máximas, coroas alvorescentes, pólens da divindade, continuidades de luz, espaço de realidade, símbolos de delícia...
