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    O dia em que Ernest Hemingway morreu crucificado -

    Roberto Drummond

    Ática
    1978
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.5
    5 avaliações
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    Favoritos2Desejados8Avaliaram5

    O Senador Norte Americano Edward Kennedy tem um pesadelo ,na Sexta feira da paixão um Homem está sendo crucificado ! mas a estória não transcorre em Jerusalém ,mas sim no Brasil. O crucificado não é Jesus de Nazaré ,mas... Bem todos o conhecem como Ernest Hemingway !

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    Roberto Drummond profile picture

    Roberto Drummond

    Roberto Francis Drummond (Ferros, 21 de dezembro de 1939 — Belo Horizonte, 21 de junho de 2002) foi um jornalista e escritor brasileiro. Participou da chamada literatura pop, marcada pela ausência de cerimônias e pela proximidade com o quotidiano. Antes de residir, a partir da adolescência, em Belo Horizonte, a família do escritor viveu em Guanhães, Araxá e Conceição do Mato Dentro. Na capital mineira, inicou no jornalismo na extinta Folha de Minas. Aos 28 anos, passou a dirigir a revista Alterosa, fechada pela Ditadura Militar em 1964. Durante um ano trabalhou no Rio de Janeiro, retornando a Belo Horizonte em 1966, onde passou a escrever colunas esportivas e crônicas. O sucesso na literatura começou com seu primeiro livro, A morte de DJ em Paris, em 1971. Relançado em 1975, bateu recordes de vendas, recebendo o Prêmio Jabuti de autor revelação. Na década de 80, inicia uma nova fase de sua produção literária, com a publicação de Hitler manda lembranças. Seu maior sucesso foi o romance Hilda Furacão, publicado em 1991 e adaptado para a televisão em 1998 numa minissérie de sucesso da Rede Globo. Roberto Drummond também fez um programa esportivo diário na TV Bandeirantes de Belo Horizonte. O escritor era fanático torcedor do Clube Atlético Mineiro e criou para o clube a famosa frase: Se houver uma camisa branca e preta pendurada num varal, o atleticano torce contra o vento. — Roberto Drummond Morreu vítima de problemas cardíacos, no dia da partida entre Brasil e Inglaterra pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de 2002. Foi homenageado pela prefeitura de Belo Horizonte com uma estátua de bronze em tamanho real na Praça Diogo de Vasconcelos, na Savassi

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    Minas Gerais, Brasil

    Roberto Drummond