Falcão Negro - Gelo e Sangue - Vol. 2 de 3 partes

    Howard Chaykin

    Abril
    1988
    52 páginas
    1h 44m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Em 1941, os leitores de quadrinhos paravam para olhar as nuvens. Do distante horizonte, vinha o rugido das máquinas, grave, cheio, pulsante. Subitamente, os céus trovejavam como um esquadrão de Grumman F5F. Os Falcões estavam lá. Os Estados Unidos ainda não haviam entrado na Guerra, quando Janos Prohasca, um aviador polonês que teve sua família chacinada por bombas nazistas, resolveu formar sua própria brigada de combatentes do ar. Homens sem pátria, era assim que seu líder os definia: “Os Falcões são os últimos homens livres dos países conquistados – nós lutamos pela liberdade, não por benefícios ou política”. Mas a era da ingenuidade, em que aviadores de ideais nobres podiam ser comparados a artistas de cinema, na imaginação da garotada, estava ameaçada pela emergência de um novo conflito essencialmente político. A Alemanha nazista ainda não havia sido derrotada, quando os Estados Unidos e a União Soviética começaram a disputar uma guerra fria, que a qualquer momento poderia transformar o gelo em sangue. E jogar a opinião pública contra heróis como Janos, o Falcão Negro.

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    DANIEL CAMARGO DA SILVA24/04/2024Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Falcão Negro

    O roteiro de Falcão Negro não é simples de ser acompanhado – em grande parte, graças aos diálogos secos, que muitas vezes fazem alusão a ações e personagens ainda não mostrados ou citados vagamente. O leitor, com isso, torna-se elemento ativo na construção do enredo, tendo que ligar nomes e citações para saber quem é quem, quem é aliado de quem e, principalmente, quem trai quem.

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