Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores33
    • Similares0

    Stitches - A memoir

    David Small

    W. W. Norton & Company
    2009
    336 páginas
    11h 12m
    ISBN-10: 0393068579
    4.1
    14 avaliações
    Leram21Lendo0Querem12Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados12Avaliaram14

    In this profound and moving memoir, Small, an award-winning children's book illustrator, uses his drawings to depict the consciousness of a young boy. The story starts when the narrator is six years old and follows him into adulthood, with most of the story spent during his early adolescence. The youngest member of a silent and unhappy family, David is subjected to repeated x-rays to monitor sinus problems. When he develops cancer as a result of this procedure, he is operated on without being told what is wrong with him. The operation results in the loss of his voice, cutting him off even further from the world around him. Small's black and white pen and ink drawings are endlessly perceptive as they portray the layering of dream and imagination onto the real-life experiences of the young boy. Small's intuitive morphing of images, as with the terrible postsurgery scar on the main character's throat that becomes a dark staircase climbed by his mother, provide deep emotional echoes. Some understanding is gained as family secrets are unearthed, but for the most part David fends for himself in a family that is uncommunicative to a truly ghastly degree. Small tells his story with haunting subtlety and power. Copyright © Reed Business Information, a division of Reed Elsevier Inc.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Jackson Guedes Moura picture
    Jackson Guedes Moura09/12/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Um nó na garganta

    Existem muitos meios disponíveis para se contar uma história e todos eles oferecem diversas maneiras para que ela seja contada. Quando nos deparamos com uma grande obra temos a impressão – eu, pelo menos – de que ela não poderia ser tão bem expressa de outra forma que não aquela. É claro que a escolha do meio depende menos da vontade do autor do que sua habilidade, afinal não é qualquer autor que vai se arriscar a filmar um roteiro ou o contrário: não é todo diretor que vai se sair bem lançando um livro. Por isso me surpreendo cada vez que um artista consegue extrair o máximo de sua habilidade para fazer com que sua arte pareça ser a única maneira possível de se contar aquela história. Esse é o caso da autobiografia Cicatrizes, de David Small, lançado no ano passado pela Leya. Cicatrizes não foge muito do que vem sendo convencionalmente feito em graphic novels recentemente. Assim como Craig Thompson em Retalhos ou Dash Shaw em Umbigo sem Fundo, só para focar em títulos lançados no mercado nacional, David Small também resolveu contar sua autobiografia com imagens e palavras. Mais imagens do que palavras. E aí reside o maior trunfo do autor: usar as ilustrações com tamanha propriedade ao ponto de fazer os textos parecerem totalmente secundários e em algumas partes, meros apêndices. A leitura de Cicatrizes foi para mim muito mais impactante do que teria sido caso eu tivesse lido o resumo da orelha que, na edição original, entrega uma boa parte das surpresas reservadas ao longo da narrativa, não sei quais informações contém a orelha da edição nacional, mas sugiro que você as ignore. Como sempre tenho o cuidado de não entregar nenhum spoiler nas resenhas, vou me ater ao mínimo quanto ao enredo. A infância assombrada pela indiferença do pai e a tirania agressiva da mãe já renderia material dramático de sobra para uma autobiografia, e de fato rende, mas Small usa como foco da sua narrativa as consequências e sequelas de uma complicada cirurgia; as cicatrizes, todavia, não são apenas da pele: são marcas indeléveis. Não seria um spoiler muito grande dizer que a cirurgia em questão se destinava à remoção de um tumor, ou melhor, de algo que julgavam ser apenas um caroço benigno, mas que foi se desenvolvendo à medida que os pais desinteressados adiavam a cirurgia. O que se desenrola a partir desse ponto dá o tom sombrio e quase silencioso (com o silêncio muito bem representados por imagens intensas) a todo o livro. A “má notícia” é que não há alívio cômico, nem redenção. A leitura é até ligeira, porém nada rasteira: Cicatrizes é intenso e pesado, não é agradável, nem vai te deixar com um sorriso ao final. A única certeza é que você vai terminar o livro com um nó na garganta.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 14
    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas57%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    David Small  profile picture

    David Small

    David Small nasceu e foi criado em Detroit. Na escola, ele ficou conhecido como “o garoto que desenhava bem”, mas David nunca considerou seguir carreira artística porque era muito fácil para ele. Aos 21 anos, depois de muitos anos escrevendo peças, David seguiu o conselho de um amigo que o informou que os rabiscos que ele fazia no bloco telefônico eram melhores do que qualquer coisa que ele já havia escrito. Ele mudou sua especialização para Arte e nunca mais olhou para trás. Depois de obter seu mestrado na Yale Graduate School of Art, David ensinou arte por muitos anos em nível universitário, dirigiu uma série de filmes e fez esquetes satíricos para jornais do campus. Aproximando-se da posse, ele escreveu e ilustrou um livro ilustrado, Eulalie and the Hopping Head , que levou para Nova York, batendo nas calçadas e coletando rejeições durante um mês no auge do inverno. Eulalie foi publicada em 1981. Embora a permanência na faculdade não tenha ocorrido, muitos outros livros ilustrados o fizeram, bem como um extenso trabalho para revistas e jornais nacionais. Seus desenhos apareceram regularmente no The New Yorker e no The New York Times . Ilustrador que aprende à medida que avança, os livros de David foram traduzidos para vários idiomas, transformados em filmes de animação e musicais e ganharam muitos dos principais prêmios concedidos à ilustração, incluindo o Caldecott Honor de 1997 e a Medalha Christopher por The Gardener. escrito por sua esposa, Sarah Stewart, e a Medalha Caldecott de 2001 por Então, você quer ser presidente? por Judith St. “Na cerimônia Caldecott em São Francisco”, disse David, “enfrentando aquele verdadeiro mar de rostos sorridentes – de bibliotecários, de amigos do setor editorial, de minha família e outros simpatizantes – fiquei tão emocionado que perdi a voz e resmunguei meu caminho através do discurso. Tendo sido transformado de sapo em príncipe pela American Library Association, diante de seus olhos naquela noite, eu voltei a ser sapo. O reconhecimento pelos livros de David inclui The Caldecott Medal ( So You Want To Be President?, 2001) , The Caldecott Honor ( The Gardener, 1998), Finalista do National Book Award (Stitches, 2009 e The Underneath, 2008), Christopher Award (That Book Woman, 2009 e The Gardener, 1998), ABBY Award Honor Book (The Gardener, 1997 e The Library, 1995), The New York Times Outstanding Book of the Year (The Library, 1995) e uma seleção em destaque para mais de 10 anos em Reading Rainbow (Imogene's Antlers, 1985).

    7 Livros
    0 Seguidor
    Michigan, Estados Unidos

    David Small