18/2021
Primeiro livro escolhido do acervo da @rocha810, obra que eu não conhecia da Kubler-Ross. Trata-se de uma coletânea de vários autores.
"Alegrar-se com a oportunidade de experimentar cada novo dia é preparar-se basicamente para aceitar a morte. Pois são os que não viveram realmente - aqueles que deixaram projetos inacabados, sonhos irrealizados, esperanças desfeitas, os que deixaram as coisas verdadeiras da vida (amar e ser amado, contribuir positivamente para o bem-estar e felicidade alheios, descobrindo o que realmente se é - os mais relutantes em morrer" (p. 12).
"Esta é talvez a grande lição que aprendemos dos nossos pacientes: VIVA de modo que ao olhar para trás não precise dizer: 'Deus, como desperdicei minha vida" (p. 21-22).
"Através da aceitação de que, no final, todos dividiremos o mesmo destino - assim tão certamente como estamos vivos, morremos um dia - talvez venhamos a entender que na vida também temos de estar conscientes e informados de nossas diferenças e aceitemos que, na nossa falibilidade, somos todos iguais" (p. 29).
"O fim de uma vida não é algo que possamos aceitar facilmente. Mas o fato não deixará de existir se você o ignorar: o real desafio está em viver plenamente o tempo que você tem" (p. 109).
"Se preferimos amar, devemos também ter coragem para sofrer.
[...]
Que bênção aproveitar a oportunidade para integrar perdas em nossas vidas de modo que, quando se perde um amor, nossa capacidade de amar não estará também perdida. De nossa dor pode surgir a evolução" (p. 134).
"É fundamentalmente aquele que está a morrer que determina em que tomo sua vida terminará - se a morte será o clímax de uma existência bem vivida ou apenas o fim de certo número de anos gastos neste mundo"
(p. 142).
"Encarar a morte significa encarar a questão básica do significado da vida. Se realmente desejamos viver, devemos ter a coragem de reconhecer que a vida é, no final das contas, muito curta, e que tem importância tudo que fazemos. No entardecer de nossa vida queremos esperançosamente ter a oportunidade de recordar e dizer: 'Valeu a pena: realmente vivi" (p. 168).
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