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    Lutero e a Igreja do Pecado -

    Fernando Jorge

    Mercuryo
    1992
    223 páginas
    7h 26m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.6
    43 avaliações
    Leram77Lendo10Querem60Relendo0Abandonos4Resenhas5
    Favoritos1Desejados60Avaliaram43

    Poderia alguém em sã consciência sugerir que o protestantismo surgiu por causa do diabo? Essa é a tese polêmica abordada pelo livro.

    Resenhas (5)Ver mais
    Jackson Nascimento picture
    Jackson Nascimento18/12/2024Resenhou um livro
    0.5 (Muito ruim)

    Um desastre!

    O Jornalista Fernando Jorge vai contar uma história de Lutero acrescentando estorinhas bobas, infantis, e praticamente induz o leitor a achar que Lutero era perturbado. Todo o livro, do início ao fim, o diabo e seus diversos nomes é o personagem principal. Lutero, um mero coadjuvante. Chega a ser ridículo o que o autor faz aqui. Pra se ter uma ideia, há uma página inteira dedicada a nos revelar os nomes do diabo. O autor diz em uma parte do livro que os diabos iam ao encontro de Lutero com o objetivo de fazer caretas e de lhe mostrar as nádegas nuas! É isso. Podre

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 43
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas35%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas2%
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    Fernando Jorge

    Fluminense, filho de Salomão Jorge e Albertina Alves Jorge é escritor, historiador, biógrafo, crítico literário, dicionarista, enciclopedista e jornalista. Estudou Direito na Universidade de São Paulo, é diplomado em Biblioteconomia (foi diretor da Divisão Técnica de Biblioteca da Assembléia Legislativa de S.Paulo), e jornalista com a carteira 088 da Associação Brasileira de Imprensa - SP. Fernando Jorge é figura que provoca polêmica e admiração. Seus premiados livros causam discussões e incitam a crítica e o público a importantes reflexões. Elogiado por seus livros extremamente pesquisados e rigorosamente documentados, Fernando Jorge obteve um de seus ápices em 1987 quando lançou “Cale a Boca, jornalista!”, contundente e minucioso relato sobre as torturas sofridas por jornalistas brasileiros durante o período militar pós-1964. O autor, agraciado com o Prêmio Jabuti, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, também já ganhou o Prêmio Clio, da Academia Paulistana de História, pela obra “Getúlio Vargas e o seu Tempo”. Ele recebeu a medalha de Koeler, em 1957, pelos grandes serviços prestados à cultura brasileira. Apaixonado por ela, também escreveu “Vida e Poesia de Olavo Bilac” e “O Aleijadinho”, entre muitos outros títulos. Prova de seu empenho em compreender o Brasil e seus personagens marcantes é este “Santos Dumont – As Lutas, a Glória e o Martírio de Santos Dumont”, obra que revela a ousada e empreendedora personalidade do inventor do avião, do relógio de pulso, da escada em caracol - entre outras fantásticas contribuições à humanidade.

    15 Livros
    6 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Fernando Jorge