Eu terminei de ler o volume 2 de Battle Royale e continuei com o coração na mão. Depois do choque das primeiras mortes, a história foca em Shuya e Noriko tentando se esconder na mata e fugir tanto dos guardas quanto dos colegas enlouquecidos.
No meio desse caos, aparece o Kawada, um aluno transferido que diz já ter sido “vencedor” de uma edição anterior do programa e conhece um túnel secreto que vai dar lá na costa. É a primeira fagulha de esperança de aliança de verdade, mas rola aquela pulga atrás da orelha: será que dá pra confiar nele?
Enquanto isso, o clima só piora quando o frio e calculista Kiriyama entra em cena para caçar todo mundo com precisão cirúrgica. A tensão aumenta a cada página: a qualquer momento pode pintar um embate, uma traição ou um disparo inesperado.
O volume acaba deixando aquele gostinho de “será que eles vão mesmo conseguir usar o túnel e escapar antes que o colar exploda?”. Fiquei doido para saber se o Kawada é aliado ou armadilha e, claro, não vejo a hora de descobrir o próximo passo desse jogo mortal.