Deu pra dizer que serviu
Definitivamente essa não foi a conclusão que eu esperava para a trilogia. Não falo nem do final em si, mas sim do livro como um todo. Devo começar falando que desde o início até o final o ritmo da leitura é bem estranho: uma hora tá muito acelerado, outra muito lenta; volta pra acelerado novamente e fica nisso até o fim. Sem contar nos momentos que estão na completa paz e do nada carnificina rolando da forma mais mundana possível (em alguns momentos até chega a ficar engraçado). Outro ponto que me incomodou é o romance do protagonista. Sim, eu entendo que o livro é velho e ele tenta retratar um padrão de vida mais antigo ainda, mas uma mulher dizer que se apaixonou por um homem adulto aos 6 anos de idade e assim que ela chega a maioridade todas as cenas que estão os dois sozinhos, ela só conseguir fazer insinuações sexuais é um pouco bizarro para mim. Pelo menos não de pontos negativos vive este livro. Todo o sarcasmo e cinismo presente no grupo de paladinos, principalmente em Sparhawk, continua presente na obra e feita de forma impecável. Perdi a conta de quantas vezes me encontrei sorrindo lendo os diálogos desses membros da igreja. Definitivamente o ponto mais forte desse livro e que me fez não desprezar esse final.


