Respostas surpreendentes para as inquietantes perguntas do tipo o que é realidade; quanto dela percebemos; como aumentar nossa percepção e qual o grau de influência de nossa consciência nos acontecimentos. É isso que Moacir Costa de Araújo Lima apresenta em seu livro "Afinal, Quem Somos!". “A ciência contemporânea, de modo especial a Física Quântica, tem trazido, como conseqüência dos seus achados, uma maneira completamente nova de examinar o Universo e, dentro dele, a posição do homem – o observador”, conta o autor. Segundo Moacir, o cientista contemporâneo, reconhecendo as surpreendentes e imprevisíveis descobertas da nova ciência, deixa de lado a arrogância dos mecanicistas e tem muito cuidado antes de afirmar que algo está definitivamente errado.
Afinal, quem somos? -
Moacir Costa de Araújo Lima
O livro começa descrevendo como o homem só consegue ver o que está preparado em nível consciente para ver, com o conhecimento necessário para ver. E relembra vários grandes pensadores que foram mortos ao contestarem os paradigmas vigentes (Como Giordano Bruno, morto na fogueira em 1600). E tece vários fatos incríveis já observados na física quântica para uma realidade que reage à consciencia do próprio indíviduo, mostrando o Universo como passível de interferência da vontade (como mostrado no fenômeno da dupla-fenda) e não como algo material e estático. Um outro ponto importante levantado é aquele que argumenta fortemente contra a idéia materialista que a vida é formada pelo acaso e mostra cálculos de como seria impossível duas constantes universais como é ínfima a possibilidade de, Luz e Gravidade, serem formadas em valores precisos ao mesmo tempo durante o BigBang para permitir a formação do universo. A própria organização de 2000 enzimas necessárias para trablhar com 20 aminoácidos à partir de uma sopa de 1000 peptídeos diferentes em bilhões de anos é de 1 em 1/10^1000, algo inviável. Além da física quântica, o autor traz o conhecimento da cibernética, iniciado por Norbet Wiener que, apesar de ainda engatinhar, mostra como que o que pensamos ser matéria é, na verdade, informação. A partir desses esclarecimentos, mostra como ainda somos limitados por um cérebro capaz de capturar 4 bilhões de bits mas só processar 200mil e que muito além de encontro fortuítos e convenientes a vida acontece por princípios inteligentes de funcionamento que podem ser aprendidos e simulados. Nesta dinâmica, passamos de meros fantoches de deuses, destino e fenômenos e temos um papel mais ativo e responsável pelo nosso destino, co-construindo-o. Assim, é necessário acabar com circuitos de pensamentos e lembranças ruins e pensar positivamente pois interferimos nos resultados. A idéia principal do livro é que somos uma consciência que sempre existiu no campo quântico de infinitas possibildiades e que foi colapsada pela vontade da Consciência Universal numa fascinante caminhada de evolução.
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