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    obras completas de oswald de andrade - a morta; o rei da vela; o homem e o cavalo

    Oswald de Andrade

    Civilização Brasileira
    1978
    231 páginas
    7h 42m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.8
    4 avaliações
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    Resenhas (1)Ver mais
    Cristina Sousa picture
    Cristina Sousa09/07/2025Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Peças mordazes

    Li sobre uma apresentação de ORei da Vela e resolvi pesquisar. Me deparei com essa edição que tem ela e mais duas peças: A morta e Homem e o Cavalo. A primeira peça, A morta, me surpreendeu positivamente, apesar do título mórbido. Foi uma leitura bastante instigante. Esperava algo bem mais sombrio. "Quero ser um espetáculo para mim mesma." A segunda peça O Rei da Vela é simplesmente sensacional! Uma sátira fantástica! Eu já tinha lido um trecho dela antes em um livro de português. Um dia quero assisti-la em um teatro. Agora a última peça, Homem e o Cavalo foi um pouco mais complicada de entender. No meio da leitura eu já estava: "Mas isso não faz sentido NENHUM!". Aí eu parei e refleti um pouco no significado de alguns personagens e o que representam. Talvez eu precise fazer uma nova leitura. No mais, recomendo! Leiam e se puderem assistam peças! Valorizem o nosso teatro!

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    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira  profile picture

    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira

    Articulador e ativo participante do modernismo lançado em 1922, Oswald de Andrade foi o escritor mais rebelde de todo o movimento e o que mais tendeu, em sua prática, à formulação de utopias. Assumindo posturas radicais de esquerda, quis revolucionar não só a arte, mas também os costumes, as instituições e a vida social como um todo. De família rica, José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo SP em 11 de janeiro de 1890. Iniciando-se no jornalismo em 1909, como crítico teatral, em 1912 viajou pela primeira vez à Europa, de onde voltou com uma estudante francesa, Kamiá, a primeira de suas várias mulheres, e novidades de vanguarda como o "Manifesto futurista" de Marinetti. Bacharel em direito (1918), tornou-se amigo de Mário de Andrade, a quem lançou pelo Jornal do Comércio através do artigo "O meu poeta futurista". Em 1923, passou nova temporada na Europa, vivendo com a pintora Tarsila do Amaral, com quem mais tarde formalizaria o casamento. Lá conheceu importantes renovadores das linguagens artísticas, como Picasso, Blaise Cendrars, Erik Satie, Léger, Cocteau e Brancusi. Em 1924, publicou Memórias Sentimentais de João Miramar, um de seus livros mais conhecidos, e o "Manifesto da poesia pau-brasil", de ampla repercussão. Em Paris publicou Poesia pau-brasil (1925). Após viajar pelo Oriente Médio, retomou em São Paulo a atividade jornalística e lançou A estrela de absinto (1927; um dos romances da Trilogia do exílio). Colaborador assíduo dos principais veículos da pregação modernista, como as revistas Klaxon e Verde, fundou em 1928, com Raul Bopp e Antônio de Alcântara Machado, a Revista de Antropofagia, que já em seu número inicial divulgou um dos textos mais polêmicos de Oswald, o "Manifesto antropófago". Dissidente, a essa altura, do grupo mais ligado a Mário de Andrade, lançou nesse texto, "contra todos os importadores de consciência enlatada", um de seus lemas de maior futuro: "Tupy or not tupy, that is the question." Em 1931, ingressou no Partido Comunista Brasileiro e começou a escrever sobre política. Separado de Tarsila e vivendo com Patrícia Galvão (Pagu), precursora do feminismo, fundou com ela O homem do povo, periódico de curta duração que pregava a luta operária. Casou-se outras duas vezes, candidatou-se em vão à Academia Brasileira de Letras e publicou intensamente: Serafim Ponte Grande (1933), O homem e o cavalo (1934), A escada vermelha (1934), A morta (1937), O rei da vela (1937), Marco Zero: a revolução melancólica (1943). Sempre rebelde e contestado por seus contemporâneos, Oswald de Andrade morreu em São Paulo em 22 de outubro de 1954, ano da publicação de suas memórias, Um homem sem profissão, sob as ordens de mamãe. Cerca de dez anos depois, sua obra nada canônica começou a ser revalorizada pelos intelectuais concretistas e pelos movimentos de poesia jovem

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    São Paulo, Brasil

    José Oswald de Sousa Andrade Nogueira