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    Cadernos do Cárcere Vol. I -

    Antonio Gramsci

    Civilização Brasileira
    1999
    400 páginas
    13h 20m
    ISBN-10: 852000511X
    Português Brasileiro
    4.4
    13 avaliações
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    Escritos por Gramsci no longo período em que esteve preso nos porões da ditadura fascista italiana, os “Cadernos do Cárcere” constituem uma das obras mais importantes da teoria política deste século pois, entre outras coisas, são a fonte de conceitos e expressões que se integrariam ao nosso vocabulário cotidiano como “intelectual orgânico”, “hegemonia”, “sociedade civil” e outros.

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    Romeu Felix27/02/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Fiz o fichamento sobre esta obra, a quem interessar:

    GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere Vol. I. Civilização Brasileira, 1999. Os "Cadernos do Cárcere" é uma obra póstuma de Antonio Gramsci, um dos mais importantes pensadores marxistas do século XX. Este primeiro volume, composto por 33 cadernos escritos entre 1929 e 1935, durante sua prisão pelo regime fascista italiano, aborda temas como a história da filosofia, a política italiana, a cultura popular, a literatura e a linguagem. O livro é dividido em duas partes: a primeira apresenta o "Quaderno 1", que contém reflexões sobre temas diversos, como a história da filosofia, a crise da cultura europeia e a concepção marxista de história. A segunda parte traz uma coletânea de ensaios, artigos e cartas escritos por Gramsci para diversas publicações. Entre os temas abordados estão a política italiana, o papel dos intelectuais, a literatura e a cultura popular. O autor utiliza a dialética para analisar a realidade social e histórica, buscando superar as dicotomias simplistas entre classes sociais, cultura e política. Para ele, a luta pela transformação social passa necessariamente pela criação de uma nova cultura popular, capaz de superar a hegemonia cultural das classes dominantes. Gramsci aborda também a questão da linguagem como instrumento de dominação e resistência, enfatizando a importância da criação de uma linguagem popular própria, que seja capaz de expressar a realidade das classes subalternas e contribua para a construção de uma nova cultura. Comentário: Os "Cadernos do Cárcere" são uma obra fundamental para compreender o pensamento de Gramsci e sua contribuição para o marxismo. O autor parte de uma análise crítica da história da filosofia e da cultura europeia, buscando apontar caminhos para a construção de uma nova cultura popular, que possa superar a hegemonia cultural das classes dominantes e contribuir para a transformação social. A obra é densa e complexa, mas extremamente rica em reflexões e insights que ainda hoje são relevantes para pensar os desafios da luta por uma sociedade mais justa e igualitária. Por: Romeu Felix Menin Junior.

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    Antonio Gramsci

    Antonio Gramsci foi um filósofo marxista, jornalista, crítico literário e político italiano. Escreveu sobre teoria política, sociologia, antropologia e linguística Nascido em uma família pobre e numerosa, filho de Francesco Gramsci, Antonio foi vítima, antes dos 2 anos, de uma doença que o deixou corcunda e prejudicou seu crescimento. No entanto, foi um estudante brilhante, e aos 21 anos conseguiu um prêmio para estudar Letras na universidade de Turim. Gramsci freqüentou os círculos socialistas e entrou para o Partido Socialista em 1913. Transformou-se num jornalista notável, um escritor articulado da teoria política, escrevendo para o "LŽAvanti", órgão oficial do Partido Socialista e para vários jornais socialistas na Itália. Em 1919, rompeu com o partido. Militou em comissões de fábrica e ajudou a fundar o Partido Comunista Italiano em 1921, junto com Amadeo Bordiga. Gramsci foi à Rússia em 1922, onde representou o novo partido e encontrou G

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    Sardenha, Itália

    Antonio Gramsci