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    Cadernos do Cárcere Vol. IV -

    Antonio Gramsci

    Civilização Brasileira
    2001
    400 páginas
    13h 20m
    ISBN-10: 8520005616
    Português Brasileiro
    4.8
    9 avaliações
    Leram23Lendo9Querem159Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados159Avaliaram9

    Esta obra do volume 4 contém quatro desses "cadernos especiais": dos dedicados a "Temas de cultura", onde Gramsci aborda variados assuntos, um à "Ação Católica" e outro a "Américanismo e fordismo". Tais cadernos são seguidos por três partes intituladas "Dos cadernos miscelâneos". A primeira delas agrupa notas sobre variados temas de cultura geral; a Segunda reúne a maioria das notas dedicadas a temas organizativos da Igreja, em particular as que o próprio Gramai intitulou "Ação Católica" e "Católicos integristas, jesuítas, modernistas", a terceira contém não só as notas diretamente vinculadas ao tema do "americanismo", mas também as relativas aos Estados Unidos, aos processos de modernização industrial, a questões demográficas e à crise econômica de 1929, ou seja, a temas também abordados por Gramsci no caderno 22.

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    Romeu Felix27/02/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Fiz o fichamento sobre esta obra, a quem interessar:

    O livro "Cadernos do Cárcere Vol. IV # 4" é uma coletânea de textos escritos pelo intelectual italiano Antonio Gramsci enquanto esteve preso pelo regime fascista de Mussolini entre 1929 e 1935. Organizado pela editora Civilização Brasileira, a obra conta com 400 páginas e foi publicada em 2001. O volume IV # 4 apresenta textos sobre diversos temas, como a relação entre cultura e política, questões da literatura e da arte, além de reflexões sobre a história e a filosofia. Gramsci faz uma crítica contundente à cultura da elite, que ele considera alienante e distante das massas populares, e defende a necessidade de uma cultura popular autêntica e participativa. O autor também discute a questão da hegemonia, conceito que ele desenvolveu e que se tornou central em sua teoria política. Gramsci argumenta que a classe dominante não se mantém no poder apenas pela força, mas também por meio da construção de uma cultura e de uma ideologia hegemônica que permeiam toda a sociedade. Para ele, a tarefa dos intelectuais orgânicos é ajudar a construir uma nova hegemonia, que possa romper com o domínio da classe dominante. Outro tema importante abordado no livro é a questão do materialismo histórico e da dialética. Gramsci discute a relação entre a filosofia e a política, e como as mudanças históricas e sociais são determinadas pelas contradições internas das estruturas sociais. Ele também destaca a importância da práxis, ou seja, da ação política concreta, na transformação da sociedade. Em resumo, "Cadernos do Cárcere Vol. IV # 4" apresenta uma ampla gama de reflexões do pensamento gramsciano, em que se destacam temas como cultura, hegemonia, filosofia e política. A obra é uma leitura importante para quem deseja compreender a teoria política de Gramsci e sua relevância para a compreensão dos desafios da luta política contemporânea. Por: Romeu Felix Menin Junior.

    1 curtida

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    4.8 / 9
    • 5 estrelas67%
    • 4 estrelas11%
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    Antonio Gramsci profile picture

    Antonio Gramsci

    Antonio Gramsci foi um filósofo marxista, jornalista, crítico literário e político italiano. Escreveu sobre teoria política, sociologia, antropologia e linguística Nascido em uma família pobre e numerosa, filho de Francesco Gramsci, Antonio foi vítima, antes dos 2 anos, de uma doença que o deixou corcunda e prejudicou seu crescimento. No entanto, foi um estudante brilhante, e aos 21 anos conseguiu um prêmio para estudar Letras na universidade de Turim. Gramsci freqüentou os círculos socialistas e entrou para o Partido Socialista em 1913. Transformou-se num jornalista notável, um escritor articulado da teoria política, escrevendo para o "LŽAvanti", órgão oficial do Partido Socialista e para vários jornais socialistas na Itália. Em 1919, rompeu com o partido. Militou em comissões de fábrica e ajudou a fundar o Partido Comunista Italiano em 1921, junto com Amadeo Bordiga. Gramsci foi à Rússia em 1922, onde representou o novo partido e encontrou G

    32 Livros
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    Sardenha, Itália

    Antonio Gramsci