Hadot em seu livro une pontos de vista diferentes que convergem para uma inegável verdade. No riquíssimo escrito algo perambula em nossas
mentes, seja talvez a “sã” loucura que acabamos por descobrir e divertir-se, mas afinal a filosofia tratará do espaço digno destes pensares desequilibrados que compõem o nosso divertimento.A natureza que se esconde pretende ser desvendada com delicadeza e carinho, embora tantas sejam a demonstração de violência o homem é
essencialmente destinado a um desvendar pacifico e “natural” da grande “Mãe”.O véu de Isis se mostra tão sedutor que impossível resistir seus encantos avassaladores, é na natureza que muitas e muitas, quiçá toda, são encontradas e ainda serão. Não há legado mais primoroso que o do homem encarregado de contemplar tamanha beleza. Portanto, o divertir-se prazeroso é inenarrável se comparado a algum
sentimento imaginário e absurdo, mas bem conhecido se sentido bem perto de nós nos alertas e chamados que a “ eterna senhora” nos deixa perceber, mas nunca totalmente, pois é no mistério que mora todo o seu poder de sedução.