Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores90
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A mansão (Trilogia Snopes #3) -

    William Faulkner

    Mandarim
    1999
    351 páginas
    11h 42m
    ISBN-13: 9788535400991
    Português Brasileiro
    4.1
    18 avaliações
    Leram22Lendo2Querem66Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos0Desejados66Avaliaram18

    Neste volume o autor com seu agudo senso de realidade, prescruta o coração humano e retrata o egoísmo e a ganância que o acometem na insaciável e inescrupulosa luta para manter o poder. Uma obra fundamental de um dos maiores escritores deste século e apresenta a trajetória decadente de uma família cuja astúcia e malícia a levaram ao sucesso para, em seguida, conduzi-la ao fracasso.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    Ricardo de Almeida Rocha picture
    Ricardo de Almeida Rocha07/12/2016Resenhou um livro
    0

    estranho ver um faulkner otimista e branco assim embora faça sentido. as causas que a gente abraça num entusiasmo juvenil acabam quase sempre em desilusão. por outro lado, aparentemente (pela época em que foi escrito) foi escrito numa época calma, confortável, quase serena, o que pode ser bom para a pessoa mas é péssimo para o artista. mar calmo nunca fez bom marinheiro etc. por isso sempre desconfio dessa coisa de levantar bandeiras, sobretudo em literatura. as coisas nunca são simples e nunca o foco da causa será de novo inocente, ou os que a defendem santos. portanto, embora sinta falta do velho faulkner, da ausência de esperança, não dá pra ignorar esse, querendo encontrar redenção para personagens. vamos ver.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 18
    • 5 estrelas28%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas22%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    William Faulkner profile picture

    William Faulkner

    Sem diploma do secundário (ensino médio), o prêmio Nobel de Literatura em 1949, e prêmio Pullitzer em 1955 e 1963 (póstumo), William Falkner viveu em sua pequena cidade no Estado mais pobre dos Estados Unidos, o Mississipi. Só viajava para Hollywood para arranjar trabalho como roteirista. Indo e vindo, entre 1932 e 1955, trabalhou para os estúdios Metro, Fox e Warner. Como escreveu o crítico brasileiro Sérgio Augusto: "Só aderiu ao cinema porque precisava de dinheiro. Tinha 35 anos e acabara de escrever 'Luz em Agosto'. A venda de seus livros mal dava para pagar a conta da luz. Seus primeiros quatro livros não venderam mais de 2 mil exemplares cada. Seu primeiro (e único) best seller, 'The Wild Palms', é de 1939". Por volta de 1958, a Fox tentou trazê-lo de volta. Na época, Faulkner, que já não estava mais tão necessitado de dinheiro, recusou o convite. Após publicar "O Fauno de Mármore" (1924, poemas), Faulkner foi a Nova Orleans para conhecer o círculo literário em torno da revista literária "The Double Dealer", que publicava Hart Crane, Ernest Hemingway, Robert Penn Warren e Edmund Wilson. Além dos contos para a revista, Faulkner fez seu primeiro romance "Paga de Soldado". Tímido, ele preferia a companhia de seus amigos caçadores e dos vizinhos de seu sítio a outros escritores e intelectuais. Seus primeiros livros traziam características da literatura do fim do século 19. "O Povoado", o primeiro romance da "Trilogia Snopes", é um retrato irônico das grandes depressões que antecederam a Guerra Civil norte-americana. Em "Os Invictos", publicado no ano de sua morte, o escritor constrói um conflito de éticas e mentalidades entre o velho Sul e a nova realidade americana após a Guerra Civil. Faulkner entrou numa nova fase, quando encontrou seu estilo nas obras "O Som e a Fúria", "Enquanto agonizo", "Santuário", "Luz de agosto", "Dr. Martino e Outros Contos", "Pilão", "Absalão! Absalão!" e "Palmeiras Selvagens". A violência destes livros está em primeiro plano e, às vezes, os personagens têm uma meia vitória aqui e ali. Em "Enquanto agonizo", Faulkner costura dezenas de monólogos de 15 pessoas para mostrar o perfil psicológico de uma família que conduz o corpo da matriarca ao cemitério. A partir de "O lugarejo", o destino dos personagens de Faulkner não é mais tão trágico. Ao menos surge alguma esperança para a condição humana como uma promessa de liberação. Em "Desça Moisés", sobre a luta do personagem Ike McCaslin contra a devastação da mata, Faulkner denuncia injustiças. Além de viagens necessárias à sua carreira, Faulkner continuou enfurnado no Mississipi até se tornar escritor residente da Universidade de Virgínia. O contato com os estudantes está registrado no livro "Faulkner na Universidade".

    147 Livros
    345 Seguidores

    William Faulkner