O livro cria narrativas poéticas e exotéricas, que fogem da realidade e da centralidade do ensinamento real budista. É triste saber que esse livro pode aproximar, grotescamente, as fábulas judias com um ensinamento tão valoroso como o budismo. As semelhanças que o autor força entre a tradição hindu e o povo da Palestina é totalmente desproporcional. Para quem conhece o budismo, a leitura é interessante, poética e bela. Mas quem lê a título de aprendizado pode cometer um suicídio intelectual, e ter visões distorcidas do ensinamento do Iluminado.