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    Meu Tio Matou Um Cara ( L&PM Pocket) - e Outras Histórias

    Jorge Furtado

    L&PM
    2005
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-10: 8525413542
    Português Brasileiro
    2.9
    806 avaliações
    Leram1529Lendo10Querem118Relendo0Abandonos27Resenhas16
    Favoritos13Desejados118Avaliaram806

    A notícia estourou como uma bomba: "Meu Tio Matou um Cara!". É o que Duca, adolescente de classe média, conta para seus dois melhores amigos, Kid e Isa, por quem é apaixonado e quem, por sua vez, é apaixonada por Kid. No rebuliço familiar, os três jovens se envolvem nas peripécias que o fato patético desencadeia, acabam formando um triângulo amoroso paralelo a outro triângulo, investigando os segredos do crime e descobrindo as dores e as delícias dos primeiros amores Em outro conto do livro, Beth só quer ir celebrar o Ano Novo, mas acaba morrendo e tomando parte no julgamento do Juízo Final, quando os humanos têm de dar explicações. Ainda noutro texto, Furtado devaneia sobre a vida amorosa de Romeu e Rosalina - a amada do herói shakespeareano antes de ele conhecer Julieta. Meu tio matou um cara e outras histórias traz a originalidade ficcional e o texto dinâmico característicos de Jorge Furtado, um dos cineastas mais inventivos e renomados do cinema brasileiro. Também faz parte do livro o roteiro escrito por Guel Arraes e pelo próprio Furtado para o filme Meu tio matou um cara. O resultado desta primeira incursão de Jorge Furtado na literatura ficcional é um livro que nos submete prazerosamente ao fascínio da boa história que, de resto, é a melhor definição da boa literatura. Uma obra que agradará leitores de todas as idades.

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    Antonio Carlos de Souza Junior picture
    Antonio Carlos de Souza Junior04/11/2017Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Filme

    gostei de ler a história do filme e outras histórias relacionadas ao filme em questão

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    2.9 / 806
    • 5 estrelas8%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas43%
    • 2 estrelas24%
    • 1 estrelas9%
    Jorge Furtado profile picture

    Jorge Furtado

    De formação parcialmente autodidata, cursou medicina, psicologia, jornalismo e artes plásticas, sem concluir nenhum dos cursos. Começou a carreira profissional no início dos anos 1980, na TVE RS, onde foi repórter, apresentador, editor, roteirista e produtor. Em 1982 foi um dos criadores do programa semanal "Quizumba", que misturava ficção e documentário, com uma linguagem bastante ousada para a televisão pública da época. De 1984 a 1986 foi diretor do Museu de Comunicação Social de Porto Alegre. No mesmo período, com José Pedro Goulart e Ana Luiza Azevedo, criou a empresa Luz Produções, com a qual realizou seus dois primeiros curtas e também produziu teatro. A partir de 1986 trabalhou com publicidade, tendo dirigido dezenas de comerciais para televisão até 1990. Em 1987, foi um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre, da qual é integrante até hoje. No período de vigência da Lei do Curta, alcançou grande sucesso de público e crítica com os filmes O dia em que Dorival encarou a guarda (1986), Barbosa (1988) e, principalmente, Ilha das Flores (1989), com os quais recebeu vários prêmios nacionais e internacionais, inclusive no Festival de Berlim. A partir de 1990 passou a trabalhar como roteirista para a TV Globo, em geral associado ao núcleo de Guel Arraes, com o qual escreveu e eventualmente dirigiu várias minisséries e dezenas de especiais. Em 2002 estreou como diretor de longa-metragens com Houve uma vez dois verões. Mas foi com o segundo longa, O homem que copiava, que chegou ao grande público (mais de 600 mil espectadores nos cinemas) e recebeu vários prêmios, inclusive o Grande Prêmio Cinema Brasil, para o melhor filme brasileiro de 2003. Ministrou vários cursos de roteiro para cinema e televisão, em parceria com seus colegas da Casa de Cinema (1989 e 1990) ou individualmente, no Festival de Inverno de Ouro Preto (1993 e 1995), na Fundação Cultural Banco do Brasil (1997) e na Escuela Internacional de Cine y Television de San Antonio de los Baños, Cuba (1999). Festivais de vários países já realizaram retrospectivas e homenagens à obra de Jorge Furtado: em Hamburgo (1994), Rotterdam (1995), São Paulo (1997), Santa Maria da Feira (1998), Goiânia (2002), Toulouse (2004), Paris (2005), Londres (2006) e Bruxelas (2006). Em março de 2008, o Harvard Film Archive, ligado à Universidade de Harvard, promoveu a mostra "Jorge Furtado's Porto Alegre", com a exibição de 2 longas e 7 curtas. Tem três filhos: Pedro, Julia e Alice.

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    Rio Grande do Sul, Brasil

    Jorge Furtado