Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores140
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Modelo Lúdico - O Brincar, a Criança com Deficiência Física e a Terapia Ocupacional

    Francine Ferland

    Roca
    2006
    171 páginas
    5h 42m
    ISBN-10: 8572416366
    Português Brasileiro
    4.3
    8 avaliações
    Leram24Lendo6Querem109Relendo0Abandonos1Resenhas2
    Favoritos1Desejados109Avaliaram8

    Uma criança ao brincar, explora o mundo, constrói sua curiosidade, sua criatividade e entra em contato com os outros. Ao estimular a criança com deficiência física a descobrir o prazer de agir em um conteúdo lúdico, incitamo-la a empregar o máximo de sua capacidade de agir, apesar das dificuldades, e a reagir em caso de derrota, procurando ela mesma os meios de contorná-las. Fazendo isso, acompanhamos a criança no desenvolvimento de sua autonomia. "O Modelo Lúdico - O Brincar, a Criança com Deficiência Física e a Terapia Ocupacional" é o quadro conceitual inovador que aborda a criança em toda sua globalidade e onde a criança intervém no processo de decisão, participa de sua terapia e experimenta, assim, talvez pela primeira vez, a sensação de ter um certo controle sobre sua vida. Essa concepção, que se apóia sobre uma visão holística do ser humano, permite uma prática centrada nas necessidades da criança e de sua família.

    Resenhas (2)Ver mais
    Ixchel M picture
    Ixchel M22/05/2025Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Modelo Lúdico

    "Torar-se pai de uma crianga diferente das outras é uma grande transformação na vida, é enfrentar uma situação para a qual ninguém está preparado. É também viver sentimentos complexos e intensos: a raiva, a tristeza, o abandono, a onipotência e a frustração. É ficar de luto da criança normal que se esperava. Os profissionais da saúde falam muito da úiltima fase à qual deve tentar chegar todo pai que se encontra nessa situação, ou seja, aceitação da deficiência. A noção de aceitação é, em geral, percebida de maneira muito simplista e estática (Miezio, 1983), como se os pais atingissem esse estado e nele se mantivessem para sempre. Cada uma dessas etapas pode representar, para os pais, um momento dificil de atravessar; a aceitação da deficiência não é estática nem definitiva. Gradualmente, os pais aprendem a descobrir o filho, a amar e se familiarizar com a deficiência. Durante os primeiros meses e nos primeiros anos da criança, a dor corre o risco de estar onipresente."

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 8
    • 5 estrelas63%
    • 4 estrelas13%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%