O livro "História das Heresias - século I a VII - conflitos ideológicos dentro do cristianismo" conta sobre o início do cristianismo e quais doutrinas foram consideradas duvidosas ou danosas em relação ao ensinamento dos apóstolos de Cristo. Heresia significa tomar partido, seita, corrente de pensamento como verdade particular contrária ao consenso da comunidade.
No capítulo 1, menciona as tendências judaizantes radical e moderada, helenista, helenista radical, sobre os nicolaístas, Cerinto, variante elcasaíta, adocionismo de Hernas, ebionista e seu desenvolvimento.
No capítulo 2, aborda os conflitos provocados pelo docetismo e pelo gnosticismo, sendo este o mais conhecido, por aderir ao conhecimento pelo êxtase e razão, mais do que a própria fé.
No capítulo 3, refere-se a fidelidade monoteista, monarquianismo e patripassionismo, sabelianismo e Paulo Samósata.
No capítulo 4, aborda sobre montano e seu conflito eclesiológico de caráter milenarista e rigorismo.
No capítulo 5, aborda sobre donatismo e a crise da Igreja africana, que teve intervenção do Imperador Constantino.
No capítulo 6, aborda sobre as concepções cristológicas subordinacionistas.
No capítulo 7, refere-se sobre as controvérsias arianas.
No capítulo 8, menciona sobre a heresia apolinarista.
No capítulo 9, narra a história de Priscilianos, que foi o primeiro herege condenado à morte.
No capítulo 10, aborda sobre Pelágio e sua posição sobre o homem e a graça.
No capítulo 11, aborda sobre nestorianismo na afirmação de duas pessoas em Cristo.
No capítulo 12, refere-se Éutiques e o monofisismo.
E no capítulo 13, menciona sobre o monotelismo, última heresia cristológica do período patrístico.
O livro é muito interessante para saber sobre o início do cristianismo em como foi o combate às verdades particulares em relação ao consenso das comunidades dos primeiros cristãos.