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    Bilionários por acaso - A criação do Facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição

    Ben Mezrich

    Intrínseca
    2010
    232 páginas
    7h 44m
    ISBN-13: 9788598078946
    Português Brasileiro
    3.7
    2800 avaliações
    Leram4605Lendo176Querem2071Relendo3Abandonos181Resenhas153
    Favoritos201Desejados2071Avaliaram2800

    A excitante história de como dois estudantes desenturmados de Harvard, que tentavam aumentar suas chances com o sexo oposto, criaram o site de relacionamento que se tornou uma das mais poderosas empresas do mundo, o FACEBOOK. Bilionários por acaso é uma aventura real, que envolve investidores poderosos, mulheres maravilhosas, a busca do estrelato social e muitas intrigas. De forma divertida e interessante, narra o fim da inocência no ritmo da criação controversa da rede social que revolucionou a maneira como milhões de pessoas se relacionam. BILIONÁRIOS POR ACASO É UM RELATO IMPRESSIONANTE DOS BASTIDORES DE uma história sobre ganhar dinheiro e perder a inocência, mas também sobre como uma empresa que foi criada para juntar as pessoas separou dois amigos. Em 2003, o brasileiro Eduardo Saverin e o americano Mark Zuckerberg, bons alunos de Harvard e melhores amigos, procuravam uma forma de se destacar numa universidade ultracompetitiva. Em mais de uma noite solitária, Mark invade o servidor do campus para realizar a proeza que provocaria uma pane no sistema da instituição. Quase foi expulso, mas o episódio o inspirou a criar o Facebook - o site de relacionamentos que revolucionou a maneira como as pessoas se comunicam em todo o mundo. Financiada por Eduardo, a pequena start-up decolou do alojamento estudantil para o Vale do Silício. Mas as ideias divergentes sobre o futuro do Facebook puseram à prova aquela amizade, que se transformou numa guerra em todos os sentidos. O entusiasmo e a energia dos tempos de universidade, que marcaram a parceria, logo se tornaram presas do mundo adulto dos sócios das venture capitals, dos advogados e do big money.

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    Tábata Kotowiski picture
    Tábata Kotowiski21/10/2010Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Tô até respirando fundo, fazendo um saravá treis veis para ver se essa resenha sai porque, como vocês devem ter lido no meu twitter, eu detesto esse trequinho chamado Facebook. E depois desse livro, adicionei a minha lista de detestáveis o tal Mark, só pra não perder o costume. Então vamos lá que tô puxando uma força pacífica interior para ver se eu posso terminar esse post sem ter um treco nervoso até o final. Se vocês, como eu, se perguntam até hoje como uma rede social desorganizada, confusa, tosca e sem graça como o Facebook vale bilhões, é isso que Bilionários por Acaso vai te contar. Vai te contar como Mark Zuckerberg, carinhosamente chamado por mim de ZuckerBLARGH, roubou a ideia do Facebook de alguém, pisou em um bocado de outros alguéns, inclusive seu sócio inicial, o brasileiro Eduardo Severin, chutou mais um tanto e chegou onde chegou: endeusado por meio mundo, bancando uma de maior gênio da humanidade e sendo eleito a Pessoa do ano de 2010 pela revista Time. WTF? Eu sei que simplesmente não posso escrachar um livro porque ele conta a história de alguém que eu não gosto, né? Se fosse assim, não gostaria de nenhum livro escrito sobre Hitler ou qualquer coisa do tipo. Sim, estou ciente disso. E não é a toa que dei três coraçõezinhos para Bilionários por Acaso. Porque no geral, é um livro bom. Mas há alguns senãos. Logo no início do livro, o autor Ben Mezrich alerta-nos para o fato de Bilionários por Acaso ser “uma narrativa dramática baseada em dúzias de entrevistas, centenas de fontes e milhares de páginas de documentos”. Resumindo? Há um bocado de fantasia em cima da história para torná-la interessante e atraente aos leitores. Então não há como saber até que ponto esse ou aquele detalhe é ou não de fato verídico. Eduardo Severin, por motivos óbvios para mim, deu várias entrevistas para auxiliar na escrita do livro. Já Zuckerblargh evocou a quinta emenda da constituição americana e exerceu seu direito de ficar calado. Tá. Eu inventei essa parte. :P Mas sim, ele não concedeu nenhuma entrevista a Mezrich. Acho que Mezrich forçou um pouco a barra nos inícios dos capítulos, criando cenários e pensamentos dos personagens excessivamente dramáticos. É como se ele desse uma enrolada básica para depois entrar na história em si. Algumas cenas soaram muito fantasiosas e imagino que metade dos pensamentos e conclusões colocados no livro como sendo dos personagens, sejam reflexo das conclusões do próprio autor. É difícil afirmar até que ponto isso acabou afetando a veracidade do livro. Se é que afetou. De qualquer forma, o importante é a essência da história. E nisso, sei que Ben Mezrich foi muito fiel, fazendo um belo e extensivo trabalho de pesquisa e entrevistas. Para finalizar, sou obrigada a comentar que a genialidade e sexo prometidos ali na capa do livro, nhé, não rola. O sexo passou quase desapercebido. E a genialidade? Vamos combinar, né? Einstein é gênio. Sheldon Cooper é gênio. Zuckerblargh tá mais para um aproveitadorzinho barato que teve uma boa dose de sorte na vida. Bom pra ele. ;) p.s.: para quem está lendo essa resenha em 2017: eu a escrevi em 2010! O que mudou? Eu tenho um Facebook e estou longe de achá-lo confuso. Mas ainda não gosto da Zuckerberg.

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    • 1 estrelas2%
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    Ben Mezrich

    Ben Mezrich nasceu em Princeton, New Jersey. Alguns de seus livros foram escritos sob o pseudônimo Holden Scott. Criou o próprio estilo para pesquisar e escrever histórias de não ficção que contam a vida de jovens gênios que fazem toneladas de dinheiro nos limites do impossível, da ética e da moralidade. Ao escrever essas histórias verdadeiras, obteve acesso a mundos raramente expostos, de apostadores, mafiosos e clubes eróticos.

    9 Livros
    21 Seguidores
    Nova Jersey, Estados Unidos

    Ben Mezrich