Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores247
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Os Pensadores - Benjamin, Habermas, Horkheimer, Adorno (Os Pensadores) - Textos Escolhidos

    Theodor Adorno, Max Horkheimer, Jürgen Habermas, Walter Benjamin

    Abril
    1983
    344 páginas
    11h 28m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4
    21 avaliações
    Leram90Lendo12Querem139Relendo2Abandonos4Resenhas1
    Favoritos4Desejados139Avaliaram21

    Traduções adicionais de Roberto Schwarz e Maurício Tragtenberg. Consultoria da introdução por Paulo Eduardo Arantes. 64.1. A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução [Benjamin, 1936]; Sobre alguns temas em Baudelaire [publ. 1962]; O narrador [publ. 1969]; O surrealismo [publ. 1969] Vários temas relacionados à arte são agudamente analisados nesses ensaios: o desaparecimento ou a decadência da aura dos objetos artísticos; a atividade narrativa vista como forma artesanal de comunicação; a tentativa, realizada pelo movimento surrealista, de conquistar as forças do êxtase para a revolução. 64.2. Conceito de iluminismo [Horkheimer, 1947]; Toeria tradicional e teoria crítica [1937]; Filosofia e teoria crítica [1937] Escrevendo em parceria com Adorno, Horkheimer mostra como as promessas de libertação, contidas no Iluminismo, puderam ser transformadas em instrumentos de dominação. Nos outros ensaios, apresenta a teoria crítica praticada pelos frankfurtianos e oposta ao pensamento baseado na ciência sistemática e dedutiva. 64.3. O fetichismo na música e a regressão da audição [Adorno, 1938]; Conferência sobre lírica e sociedade [1965]; Introdução à controvérsia sobre o positivismo na sociologia alemã [1972]; Ideias para a sociologia da música [1959]; Posição do narrador no romance contemporâneo [1958] A música, transformada pela indústria cultural em objeto de consumo, degrada-se e acarreta a regressão da própria percepção auditiva. A lírica, interpretada não apenas como expressão da subjetividade individual, surge como manifestação da subterrânea corrente coletiva. A crítica à noção positivista de objetividade revela como “a lógica absolutizada PE ideologia”. A música se torna ideologia quando se torna objetivamente falsa. No romance atual, a “distância estética”, modificada e encurtada, altera basicamente a relação entre narrador e leitor. 64.4. Teoria analítica da ciência dialética [Habermas, 1974]; Conhecimento e interesse [1968]; Técnica e ciência enquanto ideologia [1968] Em combate à neutralidade pretendida pelo objetivismo, Habermas desvela o caráter ideológico da ciência e da técnica.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Locimar Massalai picture
    Locimar Massalai13/04/2026Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um livro como esse por mais difícil que seja a leitura veícula por mais Hermética é uma referência sempre!

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 21
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas48%
    • 3 estrelas10%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas5%
    Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno profile picture

    Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno

    Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno (Frankfurt am Main, 11 de setembro de 1903 — Visp, 6 de agosto de 1969) foi um filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão. É um dos expoentes da chamada Escola de Frankfurt, juntamente com Max Horkheimer, Walter Benjamin, Herbert Marcuse, Jürgen Habermas e outros.A Filosofia de Theodor Adorno, considerada uma das mais complexas do século XX, fundamenta-se na perspectiva da dialética. Uma das suas importantes obras, a Dialética do Esclarecimento, escrita em colaboração com Max Horkheimer durante a guerra, é uma crítica da razão instrumental, conceito fundamental deste último filósofo, ou, o que seria o mesmo, uma crítica, fundada em uma interpretação negativa do Iluminismo, de uma civilização técnica e da lógica cultural do sistema capitalista (que Adorno chama de "indústria cultural"). Também uma crítica à sociedade de mercado que não persegue outro fim que não o do progresso técnico.

    36 Livros
    104 Seguidores
    Frankfurt, Alemanha

    Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno