O Trílio Celeste -

    Julian May

    Rocco
    2003
    367 páginas
    12h 14m
    ISBN-10: 8532515959
    Português Brasileiro

    A incrível saga das trigêmeas da Cidadela de Ruwenda está de volta. A história, que se passa no fantástico Mundo das Três Luas, teve início no livro O trílio negro, escrito a seis mãos por Marion Zimmer Bradley, Andre Norton e Julian May, três dos maiores expoentes da ficção científica e da fantasia. Desde então, foram lançados outros três episódios da saga, sendo que cada título levou a assinatura individual de um dos autores originais da trama. A história continua agora em O trílio celeste, de Julian May. As trigêmeas são Kadiya, a Dama dos Olhos; Haramis, a Arquimaga da Terra; e Anigel, a rainha de Ruwenda. Só elas têm como trazer de volta o equilíbrio do Mundo das Três Luas, que está ameaçado por todo tipo de fenômeno natural destruidor, como erupções vulcânicas e terremotos. Cada uma delas recebeu no passado um poderoso talismã. Juntos, os três amuletos compõem o lendário Cetro Tríplice do Poder, a única força capaz de restabelecer a harmonia do planeta e defendê-lo do mal. Mas há um problema. Ou melhor, dois: o talismã de Anigel foi destruído numa batalha climática, e o de Kadiya perdeu seu poder. Pelo menos é isso que elas pensam. Além disso, ninguém sabe onde foi parar a caixa-estrela, o recipiente mágico sem o qual não é possível unir os três amuletos. E isso nem é o pior. As trigêmeas ainda não sabem, mas seu maior adversário, o feiticeiro Orogastus, não está morto como elas imaginavam. Ele estava apenas exilado na Lua do Homem Negro, de onde conseguiu fugir com a ajuda de Nerenyi Daral, a temida mulher morta fundadora da Guilda da Estrela. Ela lhe deu três presentes valiosos: o poder da Estrela; o acesso a um viaduto mágico invisível, capaz de levá-lo instantaneamente ao Mundo das Três Luas; e um frasco de veneno, que ele usa para se livrar de Denby Varcour, seu carrasco, e conseguir fugir. Em troca, a mulher morta lhe dá uma missão: recriar a Guilda da Estrela e retomar o Cetro do Poder, de modo a recuperar o equilíbrio do mundo, dominando o Gelo Conquistador e fazendo o Trílio Celeste brilhar novamente. Seu objetivo parece ser o mesmo das gêmeas, mas há uma intenção diferente em cada lado desse embate. Um personagem que ganha grande importância neste novo episódio é o príncipe Tolivar, também chamado de Coração Misterioso. Filho de Anigel, ele tem apenas 12 anos, mas não deve ser subestimado. O garoto recuperou a tiara do Monstro de Três Cabeças, o talismã mágico perdido de sua mãe. E a caixa-estrela também está em seu poder. Mas não é sua intenção alardear suas valiosas descobertas. O que ele não sabe é que esses objetos têm um poder imenso e podem ser perigosíssimos para quem não sabe manejá-los corretamente. Está tudo pronto para o início de uma grande batalha. E as armas deste mundo fantástico são as mais cruéis - uma delas faz o sangue da vítima ferver; uma outra provoca convulsões fatais; e ainda há as que produzem raios letais. Quem for corajoso que compre a briga. Mas primeiro é preciso ter sabedoria para diferenciar o bem do mal, pois no Mundo das Três Luas a fronteira entre os dois lados pode ser muito sutil. O livro inaugural da saga foi O trílio negro, escrito em parceria por Julian May, Marion Zimmer Bradley e Andre Norton. Depois vieram A senhora do trílio, de Marion Zimmer Bradley, O trílio de sangue, de Julian May, e O trílio dourado, de Andre Norton - todos editados pela Rocco. O trílio celeste dá continuidade à história.

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    Tatiana Jiménez Inda09/02/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Grande desfecho

    Valeu a pena ler (e me encantar!) com a Trilogia do Trílio! Cada princesa é maravilhosa, cada uma com seus medos, defeitos, qualidades, sonhos e personalidade... Nesse livro, Julian May caprichou na escrita: interessante, marcante, fabulosa! A impressão que tenho é que talvez rolaria uma continuação?? Achei O Trílio Negro lindo, diferente, mágico. Depois li O Trílio de Sangue e me apaixonei de vez pelos personagens, apesar do segundo se ro mais fraco dos três livros. E agora termino tudo com O Trílio Celeste e me sinto órfã das princesinhas, que cresceram tanto no decorrer da Trilogia! Li também o paralelo O Trílio Dourado, uma aventura solo de Kadiya. Falta para mim A Senhora do Trílio.....! Recomendo a leitura na ordem: O Trílio Negro - O Trílio Dourado (não faz parte da Trilogia, é a história de apenas uma das princesas mas na cronologia se encaixaria aqui) - O Trílio de Sangue - O Trílio Celeste. Creio que A Senhora do Trílio seja também paralelo a Trilogia, mas cronologicamente me disseram se ro último, hum não sei, estou louca para lê-lo!! Quem gosta de Ficção Científica talvez goste da Trilogia do Trílio. Agora quem adora Fantasia... essa Trilogia é uma história idela para você!! Se gostar da Trilogia, pode ler O Trílio Dourado como complemento. Agora abaixo NÃO LEIA se você ainda não leu o livro! Acharia interessante, ver coisas após o Trílio Celeste, a reconstrução de um novo mundo, da luta contra cada problema terrestre, em cada área, de cada povo... gostaria de ver Orogaustus como o Mago do Firmamento em união com sua amada Haramis, Arquimaga da Terra e a terceira Arquimaga, a do Mar, a Iriel... gostaria de saber dos trigêmeos de Anigel e como ela e Antar recriariam Ruwenda... gostaria de saber como seria o despertar dos Desaparecidos da Lua da Morte, como eles conviveriam num mundo bárbaro, mas estou certa de que sua cultura avançada seria muito útil... gostaria de saber se Tolo amadureceu e ainda quer aprender magia, talvez um novo Arquimago? E sua irmã se casaria mesmo com o Rei Duende unificando os dois reinos? E as tribos aborígenes... estariam mesmo unidas aos humanos na reconstrução? Tenho certeza de que Kadiya seria uma guia perfeita para eles, ainda mais finalmente achar sua vocação sem precisar mais do Olho Ardente Tribolado (como ela sofreu com isso no Trílio Dourado hein!). Anigel também não necessita mais do Monstro das Três Cabeças e gostei do lance dos talismãs terem outros donos e Haramis ser ainda a Dama de Branco.

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