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    Contos africanos dos países de língua portuguesa (Para gostar de ler #44) -

    Luís Bernardo Honwana, Mia Couto

    Ática
    2009
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-10: 8508120532
    Português Brasileiro
    3.5
    422 avaliações
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    Favoritos23Desejados788Avaliaram422

    A África e o Brasil são separados por um oceano. O mar, porém, não é suficiente para afogar o que os une. Há semelhanças nos gestos, no paladar, no canto, na miséria, na violência, em certa alegria melancólica e no colorido que invadem o variado cotidiano de lá e cá. Em alguns casos - cinco, para ser preciso - a ligação se revela ainda mais forte: compartilhamos a mesma língua que Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O que há de africano no Brasil está vivo entre nós, mas não cultivamos o que há de novo na África. Nos contos deste livro, todos de autores contemporâneos, descobrimos admirados a África atual. E descobrimos também novas palavras, tecidas pela distância. E então, ao perceber essas semelhanças e diferenças que nos unem, podemos de fato conhecer uns aos outros.

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    Luciano Duarte picture
    Luciano Duarte14/04/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Deveria fazer parte do currículo do ensino básico!

    Contos preferidos: "O dia em que explodiu Mabata-bata", "As mãos dos pretos" e "Zito Makoa, da 4a classe".

    16 curtidas

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    Luís Bernardo Honwana profile picture

    Luís Bernardo Honwana

    LUÍS BERNARDO HONWANA nasceu em 1942, na cidade de Lourenço Marques, atual Maputo, capital de Moçambique), e cresceu em Moamba, cidade do interior, onde seu pai trabalhava como intérprete. 1964 foi o ano da primeira publicação de Nós matamos o Cão Tinhoso!. No mesmo ano, Honwana, militante da FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique), foi preso por suas atividades anticolonialismo, e permaneceu encarcerado por três anos. Em 1970, foi para Portugal estudar Direito na Universidade Clássica de Lisboa. Após a Independência de Moçambique, em 1975, foi nomeado Diretor de Gabinete do Presidente Samora Machel, e participou ativamente da vida política do país. Em 1982, tornou-se Secretário de Estado da Cultura de Moçambique e, em 1986, foi nomeado Ministro da Cultura de Moçambique. Em 1987, foi eleito membro do Conselho Executivo da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Em 1991, fundou e foi o primeiro Presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa. Em 1994, foi convidado para entrar para o Secretariado da UNESCO e foi nomeado Diretor do escritório regional da organização, com base na África do Sul. Honwana é membro fundador da Organização Nacional dos Jornalistas de Moçambique, da Associação Moçambicana de Fotografia e da Associação dos Escritores Moçambicanos. Atualmente, é o diretor executivo da Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND).

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    6 Seguidores

    Luís Bernardo Honwana