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    Poesias Completas de Álvares de Azevedo (Coleção Prestígio) - Lira dos Vinte Anos, Poesias Diversas, O Poema do Frade, O Conde Lopo

    Álvares de Azevedo

    Ediouro / Tecnoprint S. A.
    1995
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-10: 8500212128
    Português Brasileiro
    4
    66 avaliações
    Leram131Lendo7Querem48Relendo0Abandonos1Resenhas5
    Favoritos8Desejados48Avaliaram66

    Lira dos Vintes Anos * Poesias Diversas * O Pema do Frade * O Conde Lopo. * Trazendo para as nossas letras "o amargor irônico de Byron, a melancolia de Musset, a inquietação de Shelley e Spronceda, e o pessimismo imaginatico de Leopardi", as venenosas desilusões da vida, as mais crepitantes chamas da paixão, todo o desvario de um espírito genial, Álvaro de Azevedo, sofrendo o "mal do século", tornou-se, no ardor de seus verdes anos, o maior vulto da segunda geração romântica.

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    Marcio Faria picture
    Marcio Faria01/05/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A doce sinceridade de quem esta morrendo cedo.

    Com grande alegria terminei esta coletânea de poesias de Álvares de Azevedo. Encontrei muitas poesias sobre morrer jovem, virgens lindas e pálidas, e por vezes também mortas. Muitas poesias, podem se dizer que são verdadeiras cartas de amor a Lord Byron, de quem o autor é muito fã e não nega, além dele, encontramos muitas referências a poetas e bardos clássicos. Uma verdadeira jóia da literatura nacional.

    16 curtidas

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    4 / 66
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    • 3 estrelas27%
    • 2 estrelas8%
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    Manuel Antônio Álvares de Azevedo  profile picture

    Manuel Antônio Álvares de Azevedo

    Filho de Inácio Manuel Álvares de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo, passou a infância no Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo (1847) para estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde desde logo ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental. Durante o curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo, de Shakespeare; traduziu Parisina, de Lord Byron; fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano (1849); fez parte da Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos. Não concluiu o curso, pois foi acometido de uma tuberculose pulmonar nas férias de 1851-52, a qual foi agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo, falecendo aos 20 anos. A sua obra compreende: Poesias diversas, Poema do Frade, o drama Macário, o romance O Livro de Fra Gondicário, Noite na Taverna, Cartas, vários Ensaios (Literatura e civilização em Portugal, Lucano, George Sand, Jacques Rolla), e a sua principal obra Lira dos vinte anos (inicialmente planejada para ser publicada num projeto - As Três Liras - em conjunto com Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães). É patrono da cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras. Atualmente tem suscitado alguns estudos acadêmicos, dos quais sublinham-se "O Belo e o Disforme", de Cilaine Alves Cunha (EDUSP, 2000), e "Entusiasmo indianista e ironia byroniana" (Tese de Doutorado, USP, 2000); "O poeta leitor. Um estudo das epígrafes hugoanas em Álvares de Azevedo", de Maria C. R. Alves (Dissertação de Mestrado, USP, 1999). Suas principais influências são: Lord Byron, Goethe, François-René de Chateaubriand, mas principalmente Alfred de Musset. Um aspecto característico de sua obra e que tem estimulado mais discussão, diz respeito a sua poética, que ele mesmo definiu como uma "binomia", que consiste em aproximar extremos, numa atitude tipicamente romântica. É importante salientar o prefácio à segunda parte da Lira dos Vinte Anos, um dos pontos críticos de sua obra e na qual define toda a sua poética. É o primeiro a incorporar o cotidiano na poesia no Brasil, com o poemas Ideias íntimas, da segunda parte da Lira. Segundo alguns pesquisadores, Álvares de Azevedo que teria escolhido o título "As Três Liras", pois havia uma garota - que até hoje ninguém sabe a identidade, muito bem escondida pelo Dr. Jaci Monteiro - que tocava esse instrumento. Figura na antologia do cancioneiro nacional. E foi muito lido até as duas primeiras décadas do século XX, com constantes reedições de sua poesia e antologias. As últimas encenações de seu drama Macário, foram em 1994 e 2001.

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    São Paulo, Brasil

    Manuel Antônio Álvares de Azevedo