Continuando a saga iniciada em "Clarão na serra" e "Grotão do café amarelo", Francisco Marins escreve sobre o plantio de café no estado de São Paulo. Nesse livro, o autor situa a ação no início do século XX e conta a história da construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, uma façanha realizada por heróicos exploradores que vencerem florestas e rios, ao mesmo tempo em que formavam fazendas e povoados. O livro traz um retrato vivo da tragédia de Padre Claro, na região de Bauru e do Rio Feio e, também, do drama da grande geada de 1918, a mais drástica do século, que arrasou a maior lavoura de café do mundo em uma noite e levou a desgraça aos lavradores e bancarrota para as finanças do país.