Era com o sinete de um J vermelho que os nazistas marcavam os documentos dos judeus no auge do terror da Gestapo e sa SS. O J vermelho era produto de uma desnaturada legislação de intolerância, de ódio e desrespeito aos mais elementares direitos. Este romance de Alfredo Gatenberg apresenta uma face nova e pouco divulgada na denúncia antinazista: a história da espoliação dos judeus em sua personalidade jurídica através de atos e decretos-leis que não levavam à morte econômica e financeira empresas e organizações de judeus e a própria individualidade de seus proprietários, sócios, executivos. Alfredo Gartenberg nasceu em Vietna, onde freqüentou a Universidade e se formou em direito. Em 1931 lança seu primeiro romance. A Montanha de Vidro. Atuou na Liga Das Nações, em Genebra. Após a agressão nazista à Àustria e a Tchecoslováquia e o malogrado ajuste de Munique, transferiu-se para o Brasil, onde vive desde 1938. È naturalizado brasileiro.
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