Quem amou o prodígio de "Cem anos de solidão", de Garcia Marquez, ou o do "Pedro Páramo" rulfiano, ou do "Incidente em Antares", do nosso Érico Veríssimo, há de encontrar também no mundo mágico, de acontecimentos inesperados, a se confrontar, como num espelho, com a realidade voluptuosa e feroz que nos rodeia, desnudada pela força expressiva de Miguel Méndez.
