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    Garotas de Rua Beacon 8 - Amuleto da Sorte

    Annie Bryant

    Editora Fundamento
    2010
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-13: 9788576769941
    Português Brasileiro
    3.8
    353 avaliações
    Leram833Lendo7Querem316Relendo1Abandonos10Resenhas7
    Favoritos19Desejados316Avaliaram353

    As GRB não conseguem acreditar no que houve: Marty, o mascote da turma, desapareceu! Charlotte, Katani, Avery, Maeve e Isabel procuraram o cãozinho sem achar pistas e já estavam desanimando quando um telefonema mudou tudo. Uma celebridade do esporte encontrou Marty e quer pagar uma fortuna para ficar com ele! Mas por quê? No meio dessa confusão, a Katani tem outro dilema. A irmã mais nova dela, a Kelley, está tendo aulas de equitação em um haras superlegal, e a GarotaK também adorou os cavalos. Só que o local corre o risco de fechar, se não for reformado - e deixá-lo novo em folha custa exatamente o valor que estão oferecendo pelo Marty! E agora? Será que elas vão ficar divididas entre o cachorrinho e as coisas boas que o dinheiro pode trazer? Confira esta história cheia de surpresas!

    Resenhas (7)Ver mais
    Amanda Mendes picture
    Amanda Mendes15/01/2023Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Amulets da sorte

    Aqui vemos as meninas em um momento inicial de união depois de ajudarem Maeve com matemática (livro anterior), mas quem diria que uma ida a um evento no parque iria abalar a amizade das GRB?! Pois bem, acontece! E de alguma forma essa intriga envolverá o Marty e acaba com a Charlote achando que criar bichinhos de estimação talvez não seja sua sina. Enquanto isso, conhecemos um pouco mais sobre a família de Katani e o tópico AUTISMO vem à tona. Me identifiquei muito por ter um irmão que convive com TEA e para mim a autora poderia falar mais sobre, mas eu entendo que o foco desse livro era outro e tudo bem. Nesse livro nós vemos as meninas em sua versão egoísta, gerando muitos mal-entendidos e intrigas. Mas no fim elas precisam amadurecer um pouco para encontrarem uma solução que agrade a todas. Em alguns momentos tive raiva das meninas por cada uma se achar a mais certa e não parar para escutar as outras, mas foi bom ver o desenrolar das coisas. No geral achei um livro muito bom (da série) e a medida que elas envelhecem o tópico garotos se torna mais presente então tô muito ansiosa para ver com quem cada uma vai se relacionar e como serão os relacionamentos. Espero que chegue nesse ponto já que, pelo o que andei esplanando, a autora provavelmente parou de escrever os livros quando elas ainda estavam no início da adolescência. 😔 PS: Se você tem menos de 18 anos, não fale com estranhos e nem vá de encontro a eles sem a supervisão de um adulto e principalmente em lugares que não sejam muito movimentados (alerta perigo). ⚠️

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 353
    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas29%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas2%
    Annie Bryant profile picture

    Annie Bryant

    In 1978, when I was a junior at East Forsyth Senior High School in Kernersville, NC, Anita Bryant (entertainer, 1959 Miss America Pageant second runner-up, and 1958 Miss Oklahoma) gained national attention as a leader of a group opposing homosexual teachers in the Dade County, Florida public schools. She went on to found and to lead Save Our Children, a "pro-God, pro-family" organization, and traveled around the country helping local citizens successfully oppose "gay-rights" laws. As a heterosexual, I wasn't a target of Bryant's activities, but as an atheist growing up in the Bible Belt, I definitely regarded this "Bible-thumping, Christian bigot" as a threat regardless of one's sexual orientation. At the time, though I had many personal suspicions and had heard things in the high school rumor mill, I didn't know any open homosexuals personally. Even so, I found common cause with them against what I viewed as a common enemy. I wrote this "poem" for extra credit in a creative writing class. To get credit for the work, I had to read the "poem" to my classmates. Being less intelligent and less sophisticated products of the Bible Belt than myself, they were somewhat less than thrilled with my magnum opus. After reading it, I found myself in the position of what is now called an "ally" and had to defend the right to be a homosexual and even homosexuality itself. After some rather heated discussion, most of my classmates were completely flustered when one finally asked if there was anything about homosexuality that I didn't like. From coverage of "gay liberation" in the news magazines, I had learned that, in enclaves such as San Francisco and New York, many homosexual males endulged in a lifestyle of extreme sexual promiscuity which resulted in never-ending venereal disease epidemics. Our discussion ended with my conceding that I found this promiscuous behavior most objectionable. In a few years, the AIDS epidemic would make these "famous last words." By the mid-1980s, national events and personal experiences were continuously forcing me to reconsider my earlier opinions. By the mid-1990s, I had grudgingly abandoned my youthful and naïve views concerning homosexuality and found myself in opposition to the normalization of homosexuality. This position long since has earned me the PC slurs "homophobe" and "bigot" as epithets from those who would call the author of this "poem," my 17-year-old self, an "ally." Ain't it ironic! Rereading my "poem" after all these years, it strikes me as the sort of drivel one expects from a bright, intellectually independent, and unconventional seventeen-year-old. Oh, what a wonderful thing it is to be young and stupid! Enjoy!

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    Annie Bryant