O tempo passa depressa e só pode ser aprisionado na nossa memória... e, nela, estará sempre se renovando. É partindo desse pressuposto que Lenice Gomes constrói sua poesia: buscando, nas lembranças e brincadeiras da infância, o motivo maior da construção poética. Dessa forma, a poetisa incorpora os ritmos populares e dá-lhes nova vida, obedecendo às regras do verbo — que se faz carne e se faz vida. Aqui, a poesia lança-se sobre o tempo e alcança novos ares, novas terras, novos mares, fazendo-se eterna. Francisco Mesquita.
O tempo perguntou pro tempo -
Lenice Gomes
Paulinas
2003
21 páginas
42m
ISBN-10: 8535610634
Português Brasileiro
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