Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas55
    • Leitores1151
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Ingênua Libertina -

    Gabrielle Sidonie Colette

    Difusão Européia do Livro
    1956
    227 páginas
    7h 34m
    ISBN-13: 1000000010101
    Português Brasileiro
    3.7
    342 avaliações
    Leram435Lendo24Querem677Relendo0Abandonos15Resenhas55
    Favoritos2Desejados677Avaliaram342

    Minne sonha com um grande amor e emoções intensas desde a adolescência. A vida adulta e o casamento com um primo que a adora irão desiludi-la, gerando uma insatisfação feroz; os casos extra-conjugais irão deixá-la ainda mais frustrada.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (55)Ver mais
    Carla Silva picture
    Carla Silva13/02/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Uma Madame Bovary escrita por mulher

    Escrito em 1909, este romance lembra "Madame Bovary" ao apresentar outra jovem esposa frustrada e romântica. Talvez, por causa de algumas distinções - "Bovary" foi escrito no século XIX, e seu autor era um homem, Flaubert - a visão e a conclusão aqui são mais nervosas, mais explícitas, mais concentradas (em "Bovary", existe o mundo exterior a Emma, a esposa insatisfeita; neste, só o mundo de Minne tem espaço, e é examinado à exaustão). Também aqui, como em outro clássico francês ("A Mulher de Trinta Anos", de Balzac) o cerne do sofrimento da heroína é sexual: Minne nunca se realiza sexualmente, sendo esse o motor das suas infidelidades. Contudo, Colette escolhe outro destino para sua protagonista: ela não se suicida e nem morre, mas irá encontrar a satisfação onde menos esperava; diferente dos romances de Flaubert e Balzac, "A Ingênua Libertina", se mais franco no que toca à sexualidade, afirma-se como uma história de amor.

    27 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 342
    • 5 estrelas14%
    • 4 estrelas35%
    • 3 estrelas44%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas1%
    Gabrielle Sidonie Colette profile picture

    Gabrielle Sidonie Colette

    O fato de Colette ter se tornado conhecida apenas pelo sobrenome dá a verdadeira medida de sua condição como escritora e celebridade. Em 1954, o obituário do "The New York Times" notava que ela era a segunda mulher a ter sido premiada com a Légion d'Honneur. Embora o sucesso de Colette transcendesse gêneros, e Paul Claudel a chamasse de "Maior nome entre os escritores vivos da França", boa parte de seus textos se preocupa com a construção da feminilidade. O romance mais famoso, "Gigi" (adaptado para a Broadway por Anita Loos, com o papel principal para a então desconhecida Audrey Hepburn), lida com a socialização de uma jovem. Em 1920, foi ao palco interpretar a personagem principal em "Chéri", adaptação de seu romance mais bem-sucedido. História ousada de amor, sexo e classes sociais, sua mistura de melancolia e desejo é representativa da obra de Colette. Jovem e mimada, Chéri é alvo dos olhares de uma cortesã envelhecida, Léa - papel que mais tarde Colette assumiria, pois aos 70 anos, ainda continuava a ter amantes, homens e mulheres.

    21 Livros
    38 Seguidores

    Gabrielle Sidonie Colette