Warcraft: The Last Guardian -

    Jeff Grubb

    Pocket Star
    2001
    308 páginas
    10h 16m
    ISBN-10: 0671041517

    In the mist-shrouded haze of the past, long before the beginning of recorded time, there stood the world of Azeroth. Every kind of magical being strode the countryside among the tribes of man, and all was at peace — until the arrival of the demons and horrors of the Burning Legion and their baneful Lord Sargeras, dark god of chaotic magic. Now Dragons, Dwarves, Elves, Goblins, Humans, and Orcs all vie for supremacy across the scattered kingdoms—part of a grand, malevolent scheme that will determine the fate of the world of Warcraft. The Guardians of Tirisfal: a line of champions imbued with godlike powers, each one through the ages charged with fighting a lonely secret war against the Burning Legion. Medivh was fated from birth to become the greatest and most powerful of this noble order. But from the beginning a darkness tainted his soul, corrupting his innocence and turning to evil the powers that should have fought for good. Torn by two destinies, Medivh's struggle against the malice within him became one with the fate of Azeroth itself...and changed the world forever.

    Resenhas (2)Ver mais
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    Aline Cavalcanti17/06/2016Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    fica melhor aqui: https://goo.gl/Fmuf51

    “Meu nome significa ‘Protetor de Segredos’ em Alto Élfico. Seu nome significa ‘Confiança’ na velha língua anã. Então vou acreditar no seu nome, jovem Hadggar.” Depois de ter ido ao cinema ver o filme Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos (subtítulo horrível, aliás), aumentou minha vontade de ler os livros. Adoro a história do Warcraft e jogava muito antigamente. Só não curto o estilo do jogo World of Warcraft, mas ok, isso não muda meu amor por histórias fantásticas. rs Sobre o filme, acho interessante esse post aqui da Flávia Gasi. Inclusive, ela fala desse livro lá. Um fato: mesmo que você nunca tenha jogado Warcraft, você pode sim gostar do filme. Só que tenho uns avisos: não temos ‘lado bom’ e ‘lado mau’, o que é fantástico — acho que uma das coisas mais legais de Warcraft é isso, temos ‘ruim’ e ‘bom’ nos orcs, nos humanos, nos elfos, nos anões e em todo o restante. Também é legal entender que o filme não segue a jornada do herói, o que o torna um filme diferente de todos os outros que estamos acostumados. Indo com tudo isso em mente, apenas curta a sessão! “Homens jovens nunca sabem de muita coisa. É isso que os faz jovens, eu suponho.” Como não jogo e vi o filme recentemente, meus comentários são de quem não sabe muito de Warcraft mas curte a história. Agora, então, sobre “O Último Guardião”… Os personagens que mais aparecem são Medivh e seu aprendiz Hadggar. É bem legal conhecer mais dos magos e sua relação. Medivh é um dos personagens mais importantes do universo Warcraft, e entender mais de sua história é ótimo. Hadggar é novo, um aprendiz, e super curioso. Os diálogos de Medivh e Hadggar são filosóficos e interessantes, dá pra ficar refletindo sobre a história com eles: “Tudo bem, tempo é um relógio.” — “Ah, mas o tempo também é uma ampulheta”, disse o mago mais velho. Não temos muito dos orcs aqui. Aliás, o que temos é a Garona, e um pouco da visão dela, o que é bem pouco sobre os orcs, né? Garona é uma mestiça e eu gostei bastante da personagem… senti falta de algumas características dela no filme. “Você vê as minhas partes que são orcs. Meus superiores orcs, e todos os outros orcs, veem minhas partes que são humanas. Eu sou ambos e nenhum e considerada um ser inferior por ambos os lados.” Suas opiniões são um tapa na cara dos humanos, e mostram mais ainda essa coisa de “bem” e “mau” que comentei lá em cima: “Nas suas histórias, existem justificações contínuas para todos os tipos de ações infernais. Alegações de nobreza e descendência e honra para cobrir cada parte dos genocídios, assassinatos e massacres. Pelo menos a Horda é honesta em sua sede nua por poder.” Então, antes que eu fale demais, se você gosta de fantasia o livro é uma boa pedida. E deixa com aquela sensação de ‘quero mais’, principalmente sobre o lado dos orcs da história. “Com seu poder, ele poderia ter destruído todos nós, mas ainda assim ele não o faz. Eu acho que ele acredita em algo melhor. Eu quero acreditar no seu sonho também.”

    2 curtidas

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