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    Todos morrem no fim -

    Carlos Gerbase

    Sulina
    2010
    326 páginas
    10h 52m
    ISBN-13: 9788520505847
    Português Brasileiro
    3.8
    8 avaliações
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    Favoritos0Desejados8Avaliaram8

    Duas histórias que se cruzam - um atentado sexual e um sequestro – numa narrativa de tirar o fôlego. Professores universitários, militares corruptos, um policial desiludido e um advogado em início de careira percorrem as ruas de Porto Alegre e Sapucaia do Sul. A trama mescla o mundo do crime com o imaginário político de uma época não muito distante. O cotidiano pode ser violento, mas também pode ser erótico. Ou até as duas coisas ao mesmo tempo. As duas histórias seguem paralelas, em ritmo vertiginoso. Corrupção e heroísmo se entrelaçam e se confundem. Cabe ao leitor decifrar a ligação entre as narrativas e descobrir quem está mentindo e quem está acima de qualquer suspeita. As convenções do romance policial são contaminadas pela crônica histórica e política, e nada é exatamente como parece ser. Uma coisa, contudo, é líquida e certa, de acordo com a filosofia do inspetor Otávio, destilada em longas madrugadas no bar Majestade: todos morrem no fim.

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 8
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    Carlos Gerbase

    Carlos Gerbase (Porto Alegre, 1 de fevereiro de 1959) é um cineasta brasileiro. Integrante por 24 anos da Casa de Cinema de Porto Alegre, deixa a produtora em 2011, juntamente com Luciana Tomasi, para criar a Prana Filmes.[1] É também professor de cinema na PUCRS e escritor. Na área da música, foi um dos membros fundadores (1984) da banda Replicantes, a princípio como baterista. Com a saída de Wander Wildner da banda (1989) assumiu os vocais, entregando novamente o posto a Wander em 2002. Em 2013, lançou o CD Destrua você mesmo, em que interpreta clássicos dos Replicantes em novas versões de músicos gaúchos. Como jornalista, atuou como repórter e sub-editor do jornal Folha da Tarde (Cia. Jornalística Caldas Jr), entre 1980 e 1981. Colaborou com o jornal Tchê (1980-1983) e com a revista Wonderfull (1988-1990). Colaborou com os sites ZAZ (roteirista, 1996-1997) e Terra (crítico de cinema, 2000-2001). Colabora com uma coluna quinzenal sobre cultura no jornal Zero Hora (2013-hoje). É filho do médico e ex-presidente do Grêmio, José Gerbase. Recebeu dois prêmios Kikito no 45 Festival de Gramado em 2017 pelo filme Bio, um deles como melhor longa segundo o público e outro pela direção de atores

    13 Livros
    3 Seguidores
    Rio Grande do Sul, Brasil

    Carlos Gerbase