Personagens: Garon Grier e Grace Carver.
A história é bem “diana”: cheia de traumas por parte do casal, jumentisses do mocinho e com algumas pamonhices da mocinha. E, por favor, entendam “pamonhice”, como a mania que as mocinhas da Diana têm de babarem escancaradamente pelo Jumento-Mor quando esses não merecem. Mas isso foi basicamente na primeira parte do livro.
Explicando:
A história fala de Garon, irmão de Cash (Renegado) que vai morar para as bandas de Jacobsville. Lá ele se envolve com Grace e, depois de “Não sei, tô em crise” e “blábláblá” (desculpem, foi sem querer... eu sou meio revoltada com o Garon no início) eles acabam indo pra cama. E, acreditem, depois de seduzir Grace, Garon dá um fora público e colossal nela. Pior: com a desculpinha de não querer que ela se aproxime demais e etc.... Ah!!!! Vai ver se eu tô na esquina! De preferência, em uma de Pequim!
Bem, a partir daí, a história começa a ficar óóóóóóótima!!!! A cidade sabe do passado traumático de Grace e, por isso, literalmente isola Garon (quando criança, Grace foi esfaqueada, violentada física e psicologicamente dias a fio por um assassino em série, mas ainda assim consegue escapar... com traumas, é óbvio).
Nesse meio tempo, Grace se muda para outra cidade, para casa de um primo e Garon fica sabendo de tudo que lhe aconteceu no passado. E dá-lhe peso na consciência.
E aí começa o período de remissão dele que eu acho muito lindo nas histórias de Diana. O mocinho começa a ver suas mancadas e começa a tentar reparar seus erros mesmo que inconscientemente. Garon vai atrás dela e o encontro deles é uma catarse porque Grace fica por cima e ele bem humilde e constrangido. É engraçado porque ela o chama até de “Príncipe das trevas”.
Garon convence Grace a voltar e eles logo descobrem que ela está grávida. Diante disso, resolvem se casar por conveniência... pelo bem da criança... (Ah, tá! Sei...)
O problema é que Grace tem uma gravidez de risco (Garon desconhece esse fato) e no final da gestação, ela fica entre a vida e a morte. É muito, muito, mas muito tocante ver o desespero de Garon diante de uma possível morte de Grace. Foi tão lindinho... : ) É nessa parte que ele REALMENTE percebe seu amor pela esposa, embora em um outro momento ele já tenha se dado conta de que nutria fortes sentimentos por ela.
Gostei muito da história. Como falei antes, só achei que Grace se deixou seduzir rápido demais...
Bem.
Mas é aquele negócio, né? Tá carente, não tem experiência e um cara SUPER ULTRA MEGA chega chegando...
Ih! Deixa eu respirar e de quebra dar um descontim pra Grace... Afinal, ele é um Grier!
;)