Keenan diminuiu a pressão dos lábios sobre a boca de Sabrina, tornando-a mais suave. Depois, inesperadamente, afastou-se um pouco, até que ela ansiasse por sentir novamente aquele contato. "Você é minha mulher, você me pertence, por que não confia em mim, Sabrina?" Uma chama de desejo surgiu nos olhos dela, como uma resposta muda. O arrogante e cruel Keenan Royce sa¬bia mais do que ninguém como despertar-lhe o mais intenso prazer. Sabrina queria fugir, não ter que confessar seu amor, lembrar que precisava odiar aquele homem. Mas o calor das mãos de Keenan, que agora desciam sobre seus seios, obrigava-a a colar o corpo ao dele e a oferecer-lhe os lábios para que se completasse o beijo...
