Neste pequeno melodrama de operários, Renato Pompeu usa uma linguagem extremamente simples, embora altamente elaborada, e seus personagens, como Pé-de-Roda, Falange-Falanginha-Falangeta e o velho sindicalista Albano - além de Maria Rosa e Tião -, com seus comentários, analogias e historietas vão compondo uma narrativa lúcida, poética, às vezes mordaz e cheia de singela ironia, sobre a vida operária brasileira da atualidade.
