Eu não gosto de abandonar um livro, detesto não fazer jus ao meu dinheirinho gasto, mas com Anjos Estranhos(Por que não o velho português?) aconteceu que eu me senti que estava me tornando mais burra, adivinhem, lendo um livro, um dos ícones do conhecimento.
Eu parei quando quase soltei um "cês" por aí igual a personagem, tudo consequencia de um tradução meio porca que tentou transformar um livro mediano (não bastasse a autora ter dado tele-porte para todos os personagens que ora estão ali ora à dez metros)em uma péssima ideia. Entendo o ponto de vista da NS aproximando a linguagem para o povão, igual ao feito do André Vianco, só que ninguém que eu conheça fala daquele jeito, nem os caipiras mais caipiroscas e se o tradutor acha que existe alguém daquele jeito está sistindo muito novela sô!
Não tem nada que me faça ler de novo, nem se a Novo Século fizer um pedido de desculpas público, dar uma recauchutada e deixar a edição mega-master caprichada. Esse tipo de coisa não se faz, linguagem falada e escrita são duas coisas completamente diferentes, quem fez primeiro grau sabe.