Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores211
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    TAO - Sua História e Seus Ensinamentos

    Osho

    Cultrix
    2005
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-10: 8531608791
    Português Brasileiro
    4.5
    60 avaliações
    Leram104Lendo12Querem91Relendo1Abandonos3Resenhas4
    Favoritos11Desejados91Avaliaram60

    "Tao significa ser. O Tao acredita neste momento; não faz idéia do que seja o futuro. Quando você consegue viver no momento presente, na pureza, no silêncio, na espontaneidade, a sua vida se transforma. Não que você a transforme - o Tao a transforma, o todo a transforma. Você simplesmente deixa que o rio corra para a o mar; você não precisa empurrar o rio." Osho

    Resenhas (4)Ver mais
    Mila picture
    Mila14/01/2012Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Muita coisa interessante e que deve ser amplamente considerada

    Conheço pouco do Taoísmo e gostei muito de tudo o que li a respeito até hoje! Senti uma felicidade imensa à medida que lia esse livro do indiano Osho (1931-1990). O Taoísmo surgiu a partir dos ensinamentos do mestre chinês Lao Tzu (ou Lao Tsé), que escreveu um único livro em toda sua vida, o Tao Te Ching. Lao Tzu viveu no século 6 AC. Nasci em família "dividida", católica por parte de pai e espírita por parte de mãe. Hoje em dia não sei bem definir minha religião, se é que tenho alguma. Ando achando isso de importância pequena em meio à grande gama de idéias maravilhosas que estão aí disponíveis em várias culturas religiosas. Por que temos que "ser" uma religião e não podemos simplesmente "ser" uma colcha de retalhos, formada por várias idéias maravilhosas provenientes das mais variadas correntes? Acho que devemos! Para começar, preciso reproduzir uma das frases mais repetidas no livro "O TAO que pode ser explicado, não é o TAO absoluto." Essa frase vem totalmente de encontro ao que Vivekandanda defende no livro "O que é religião", que todas as religiões são verdadeiras e que cada uma detém um pedaço, uma percepção da verdade. As religiões se complementam! Osho explica que quando a pessoa vive no TAO, a religião não é necessária. Claro! Quando a pessoa está saudável, não precisa de remédio. Quando não está perdida, não precisa de mapa. Tao significa caminho. Para o Taoísta, o caminho é o grande objetivo e não algo que está no futuro, por isso o presente é de extrema importância. E, claro, o caminho não pode ser ensinado pois cada ser é um indivíduo único, cada um cresce de acordo com suas própria escolhas e experiências. Osho também fala da dualidade do mundo material. O Tao é único, mas no momento que se manifesta, precisa se tornar dois. Mas os opostos não são realmente opostos, e sim complementos que formam uma mesma energia. Embora muitas dessas idéias pereçam óbvias, num primeiro instante nós não as aceitamos verdadeiramente. Precisamos nos descondicionar para conseguirmos nos entregar. Precisamos desconstruir nossos preconceitos e "tirar o pensamento da caixinha". As técnicas que utilizamos buscando o contato perfeito com o divino, ou o que uns chamam de nirvana outros de samadhi, etc, não nos dará a divindade. Essas técnicas existem simplesmente visando nosso descondicionamento. Estamos tão preocupados em fazer coisas úteis que esquecemos de nos divertir. Aí, a vida parece perder o sentido porque o sentido surge no equilíbrio entre o útil e o "inútil". O buscador verdadeiro não é um conquistador!! Vimos homens e mulheres falando de amor com seus atos, vivendo pelo amor, pela busca da espiritualidade. Essas pessoas não vivem pela conquista pois somente o ego conquista, elas se tornam merecedoras de receber a bênção da conexão com o TAO, Deus. Para o Taoísta, não é necessário nadar, devemos apenas fluir com o rio, pois afinal, todo rio, no final, chega ao mar. É a famosa história do agir pelo não agir. Num ponto do livro ele fala sobre um problema que afeta enormemente nossa sociedade atual. Diz que se não soubermos como ficar em silêncio, o silêncio fica pesado. Não é por falar, dizer coisas que nos comunicamos. Falando simplesmente nos descarregamos. A verdade é sempre percebida em silêncio pois ela é uma experiência e não um pensamento. Para estarmos repletos de Deus, precisamos estar vazios de nós mesmos. Para Deus existir dentro de nós, nosso Ego precisa morrer. Um dos discípulos de Lao Tzu chamava-se Lieh Tzu e ele acreditava que o autoconhecimento é imprescindível para a iluminação. Se o próprio conhecedor está em profunda escuridão, todo o seu conhecimento é apenas superficial. E quem se declara conhecedor está comprovando sua ignorância. De acordo com o Taoísmo, qualquer atividade feita com plena consciência se torna uma meditação. O que importa é como fazemos e não o quê fazemos. Bem, chega de escrever! Para terminar quero reproduzir um pequeno trecho que achei interessante: "A mente funciona como um prisma dividindo as coisas. A verdade, se olhada por meio da mente, parece se dividir em várias." Gostaria de indicar esse livro a você que busca o sentido superior da vida, o caminho do meio. A você que precisa entender que o caminho é a finalidade. Adorei, tanto que nem a tradução me incomodou. Leia, vale a pena.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 60
    • 5 estrelas63%
    • 4 estrelas20%
    • 3 estrelas13%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%
    Rajneesh Chandra Mohan Jain profile picture

    Rajneesh Chandra Mohan Jain

    Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) (Índia, 11 de Dezembro de 1931 - 19 de Janeiro de 1990) foi o fundador de um movimento filosófico-religioso, primeiro na sua terra natal e mais tarde nos Estados Unidos da América. Durante a década de 1970 foi conhecido pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh e mais tarde como Osho. Embora Rajneesh nunca tenha escrito nenhum livro, muitos foram publicados por transcrições de seus discursos e palestras, livros que até hoje fazem muito sucesso em muitos países, inclusive o Brasil, país que possui um pequeno mas muito ativo grupo de discípulos e simpatizantes, espalhados em muitos dos grandes centros e em algumas comunidades mais afastadas. Muitos desses discípulos exercem algum tipo de atividade terapêutica alternativa e divulgam suas principais meditações, como a chamada meditação dinâmica. Alguns técnicos dizem tratar-se de um exercício aeróbico que promove embriaguez por hiperventilação. Outros, com experiência pessoal nessa técnica, dizem que a hiperventilação não causa embriaguês, mas muita disposição física durante todo o dia; não é aconselhável deitar ou sentar-se após esta técnica, mas cuidar das atividades da vida. Seus discípulos (Sannyasins) o apresentam como um grande contestador e libertador. Seu ensinamento, sem dúvida, enfatizava bastante a busca de liberdade pessoal e apresentava uma atitude mordaz em relação à tradição e à autoridade estabelecida. Entretanto, isso não é apresentado como uma rebeldia sem causa, mas como um transbordamento possível, vindo da meditação. É uma figura extremamente polêmica. Em boa parte, porque ele próprio raramente procurava apaziguar ou evitar conflitos. Ele nunca foi um moralista, enfatizando sempre a consciência individual e a responsabilidade de cada um por si mesmo. As pessoas que o ouviam, gostavam muito do que ele contestava com consciência, mas não assimilavam. Membros do seu grupo foram acusados de, deliberadamente, causar uma intoxicação com salmonela na comunidade de Condado de Wasco (no Oregon), na seqüência de alegadas tentativas para obter vantagens nas eleições do condado. Os seus discípulos garantem que ele teria morrido por envenenamento de tálio radioativo, provocado na altura em que esteve preso, durante trinta dias, nos Estados Unidos, em 1985. Alguns órgãos da imprensa chegam a divulgar que Osho teria morrido de Aids. Nos EUA, respondeu por 35 acusações e foi condenado a dez anos de prisão com sursis. Foi expulso também da Grécia, foi rechaçado da Alemanha e da Espanha e só conseguiu entrar na Irlanda porque seu piloto alegou ter um doente a bordo. Sua secretária Sheela Birustiel-Silvermann (Ma Anad Sheela) foi extraditada da Alemanha, onde estava no cárcere em Bühl e foi condenada pelo tribunal federal de Portland (Oregon), em 1986, a quatro anos e meio de prisão por fraude e envenenamento alimentar.

    205 Livros
    274 Seguidores
    Madhya Pradesh, Índia

    Rajneesh Chandra Mohan Jain