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    Codex Seraphinianus -

    Luigi Serafini

    Rizzoli
    2006
    350 páginas
    11h 40m
    ISBN-10: 0896594289
    4.4
    62 avaliações
    Leram83Lendo6Querem139Relendo2Abandonos0Resenhas9
    Favoritos17Desejados139Avaliaram62

    Do texto introdutório em italiano: "O Codex Seraphinianus é um livro escrito e ilustrado pelo artista, arquiteto e designer industrial italiano Luigi Serafini. O livro parece ser uma enciclopédia visual de um mundo desconhecido, escrita em uma das suas línguas, cujo alfabeto permanece indecifrado até hoje".

    Resenhas (9)Ver mais
    Marcos Dhonatha  picture
    Marcos Dhonatha 29/06/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Eu "li"

    Uau! Esse é com certeza o livro que só eu teria curiosidade pra ler. No começo eu não entendi nada e no fim parecia que tava no começo. Realmente perdi dias da minha tão querida vida tentando achar sequências, símbolos que se repetem ou quaisquer coisas que indicassem um idioma oculto, não achei nada e fds. Talvez esse livro seja mesmo uma obra de arte para ser contemplar com os olhos e e não há nenhum significado.

    7 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.4 / 62
    • 5 estrelas58%
    • 4 estrelas24%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%
    Luigi Serafini profile picture

    Luigi Serafini

    Luigi Serafini é um artista, arquiteto, escritor e designer italiano. É mais conhecido por ter criado o Codex Seraphinianus, uma enciclopédia visual sobre um mundo fictício escrita em uma língua inexistente. Durante a década de 1980, Serafini trabalhava como arquiteto e designer em Milão. Seus trabalhos eram frequentementes caracterizados por uma certa tendência para a metalinguagem, como, por exemplo, as cadeiras Santa e Suspiral ou as lâmpadas e os copos para a companhia Artemide. Ele criou o cenário, a iluminação e os trajes para a peça de ballet The Jazz Calendar de Frederick Ashton no Teatro Alla Scala e trabalhou para o Piccolo Teatro di Milano. Também realizou design de set para a Radiotelevisione Italiana (RAI) e logotipos para televisão. Trabalhou com Federico Fellini no desenvolvimento dos primeiros projetos do filme La Voce Della Luna. Possui um laboraratório de cêrâmica em Umbria. Realiza exposições pessoais itinerantes, especialmente na Holanda, e participa de projetos artísticos coletivos. Em 2003, concluiu uma escultura em bronze policromado, Carpe Diem, e baixos-relevos de uma das estações de metrô em Nápoles, Mater Dei. Em maio de 2007, realizou a exposição Luna Pac em Milão no Pavilhão de Arte Contemporânea. Ocasionalmente dá entrevistas à imprensa italiana e a publicações sobre arte. Serafini visitou o instituto Banff Centre e já expôs na Fondazione Mudima di Milano, na Quadriennale XIII, na Galeria Nacional de Arte Moderna e Contemporânea, em Roma, no Futurarium, e na Galeria Didael. Em julho de 2008, completou a instalação policromada Balançoires sans Frontières, em Castasegna, Suíça. O Codex Seraphinianus foi originalmente publicado em 1981 como uma edição limitada de 5.000 cópias. Foi republicado em quatro ocasiões: primeiro em uma edição em inglês no ano de 1983 e, depois, em inglês, espanhol e francês na década de 1990 -- cada vez limitada a 5.000 cópias. Em 2006 foi, finalmente, publicado em grande escala. Muitos alegam terem sido inspirados por esse trabalho, como Roland Barthes, Italo Calvino, Philippe Decouflé e Douglas Hofstadter. Não se sabia ao certo se a linguagem do texto possuia um sentido, havendo indícios de que possivelmente se tratasse de uma escrita assêmica ou automática. Mais tarde, o autor da obra revelou que a linguagem do Codex não possui nenhum significado, e que sua intenção era reproduzir o efeito causado em uma criança analfabeta, que tem consciência de que as palavras e símbolos possuem um sentido porém não consegue interpretá-las. Em 1984, Serafini ilustrou a Pulcinellopedia (Piccola), um conjunto de desenhos a lápis sobre um polichinelo mascarado de Nápoles. Este trabalho, publicado pela Editora Longanesi, é mais difícil de ser encontrado do que o Codex, tendo ficado fora de catálogo a partir de 2008. Outros trabalhos inéditos e ilustrações parecem existir, mas, além de exposições ocasionais de arte (com figuras de barro e esculturas policromadas e de plástico até mobiliário e pequenas instalações), tais obras não estão disponíveis ou catalogadas publicamente. Serafini começou seu próprio site em luigiserafini.com, mas desde 2009 o endereço inexiste. Em 2009 Serafini ilustrou uma reinterpretação da obra Les Histoires Naturelles de Jules Renard, Le Storie Naturali, publicada pela Editora Rizzoli em uma edição limitada de 600 exemplares.

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