Esfinge: intrigas, espionagem, tesouros faraônicos...
Erica Baron é uma recém-formada egiptologa americana de Boston, que durante uma viagem ao Egito conhece o proprietário de uma loja de antiguidades no Cairo e dono de uma rara estátua do faraó Seth I. Por tal artefato, o seu proprietário é brutalmente assassinado e Erica se vê envolvida em uma rede de intrigas, espionagem e violência do mercado negro de antiguidades. À medida que enfrenta os perigos em território egípcio, Erica descobre um papiro oriundo do saqueado túmulo do faraó Tutancamon, descoberto há cerca de cinquenta anos dos acontecimentos da história. O papiro permaneceu escondido pela família de um dos envolvidos na descoberta do túmulo de Tutancamon. O autor unifica suspense, ação e egiptologia em uma história intrincada e solidamente construída. Tal aspecto contribui para uma leitura rápida e cativante. Contudo, por volta de 60 °/â da história, os acontecimentos perdem um pouco de ritmo e a narrativa torna-se um tanto entediante, o que resulta em um desfecho rápido e abrupto, com algumas coisas em aberto. Porém, para quem busca um suspense e adora egiptologia, recomendo sem hesitação alguma.




