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    AS MINAS DE PRATA - II (Coleção Panorama) -

    José de Alencar

    Melhoramentos
    1960
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.4
    19 avaliações
    Leram33Lendo3Querem21Relendo0Abandonos1Resenhas2
    Favoritos1Desejados21Avaliaram19

    "Raiava o ano de 1609. A primeira manhã de Janeiro (...) dourava o cabeço dos montes que cingem a linda Bahia do Salvador e desenhava sobre o matiz de opala e púrpura o soberbo panorama da antiga capital do Brasil". "As Minas de Prata" mostra o Brasil no período do Domínio Espanhol / União das Coroas Ibéricas (1580 - 1640). Neste período, o Brasil vivia sob a influência dos Jesuítas e sofria ameaças dos holandeses, franceses, espanhóis. . . A fortuna prometida pelas lendárias minas de prata de Robério Dias teria o poder de decidir o destino da Colônia. No entanto, para defender o Brasil e o grande amor que sente por Inês (a Inesita), Estácio, o filho de Robério Dias, terá que resgatar o roteiro com o mapa que apontaria a localização das minas. Tal roteiro supostamente deixado pelo pai de Robério Dias, Moribeca, antes de morrer. . . Romance histórico de aventuras "capa-e-espada", ambientado em Salvador (Bahia) no ano de 1609; tendo como tema central a luta pela posse do mapa das famosas minas de prata. José de Alencar une ficção e realidade, invenção e fatos históricos para retratar a sociedade colonial brasileira do período, criticando os Senhores de Engenho por escravizar os índios e a Igreja, por ambição e desmandos, ao mesmo tempo em que desvela as relações humanas, rígidas e arbitrárias, reguladas desde o nascimento pela religião, dinheiro, política, status e posição social.

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    Resenhas (2)Ver mais
    Guilherme Felipe Agapto picture
    Guilherme Felipe Agapto27/02/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    E O CARA VAI PARA A CADEIA SÓ PORQUE O OUTRO ERA "DESTINADO"

    Está foi a parte mais intensa do livro até agora. Tiraram desafíos, Estácio foi preso, Fernando ficou prometido a Inesita o padre pegou o manuscrito das minas de prata e tem ainda a lengalenga do amor entre Cristóvão e Elvira, o primeiro aparentemente não tão apaixonado como antes. O livro passa a ser um pouco mais fluído, com cenas aparecendo aqui e acolá e uma linguagem menos rebuscada (ou é só impressão minha pois me acostumei à linguagem do livro. Para o último volume espera-se ainda mais emoção e torço para que Inesita e Estácio fiquem juntos e ele consiga explorar as minas que seu pai, Robério deixou para ele. O livro está muito bom, tem uns lapsos do autor, mas devidamente corrigidos por outras decisões.

    1 curtida

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    4.4 / 19
    • 5 estrelas63%
    • 4 estrelas16%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    José Martiniano de Alencar profile picture

    José Martiniano de Alencar

    Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros. José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a

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    Ceará, Brasil

    José Martiniano de Alencar